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Em busca da independência

  • Folha do Oeste -

Por meio da profissão, mulheres mostram que conquistaram seu espaço na sociedade

Mãe, esposa e operária, com orgulho. Era uma vez o tempo em que a mulher tinha que ficar em casa para cuidar exclusivamente da casa e da família. Com o passar dos anos, elas conquistaram a independência e o espaço na sociedade. No setor profissional, demonstraram que o sexo feminino não é tão frágil assim, assumindo, inclusive, funções consideradas próprias para homem, como na produção industrial.

Na pequena cidade de Santa Helena, Genilde Casanova, de 33 anos, é a única mulher na turma de funcionários que trabalham na produção da fábrica de embalagens Lumack. Casada e mãe de um filho pequeno, ela revela não ser tão simples assim consolidar o trabalho com os afazeres domésticos e a atenção à família. Porém, Genilde, que sempre trabalhou fora, destaca que não se imagina apenas em casa. “Acho esse avanço da mulher na sociedade bastante positivo. A mulher tem que trabalhar fora e ser independente, ter o seu dinheiro. Não consigo me imaginar em casa o dia todo”, acrescenta.

Segundo Genilde, antes da implantação da fábrica em Santa Helena, sua profissão era de empregada doméstica. No entanto, em meados de 2011 passou a atuar como auxiliar de produção na fábrica. “Meu marido me apoia, e minha renda contribui nas despesas da casa”, afirma. Única mulher a trabalhar na empresa, ela relata que o tratamento dos colegas é igual. Meu marido incentiva o trabalho. “Sempre trabalhei fora e nunca passei por preconceito por ser mulher, mas já ouvi falar que mulher não pode exercer tal função, que não pode trabalhar fora, porque tem que ficar cuidando da casa. Mas isso não tem lógica”, explica Genilde, que pretende continuar na empresa, em Santa Helena.

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