Justiça Eleitoral alerta sobre o prazo para regularização do título |
Rua receberá o nome de José Egon Dill
A Câmara aprovou em segundo turno, na terça-feira, dia 13, um projeto de autoria da vereadora Silvia Kuhn (MDB) que denomina de Rua José Egon Dill a Rua Projetada A, localizada no Loteamento Schoffen, no Bairro Salete. O homenageado nasceu em 1948 em São Sebastião do Caí, no Rio Grande do Sul, em uma família de 12 irmãos. José Egon veio a São Miguel do Oeste com a família aos 4 anos de idade.
José Egon casou-se com Valéria Lippert e desta relação tiveram quatro filhos: Maria (em memória), Marlete, Vera Lucia e Jaqueline, além de netos e netas. Desde a infância, José Egon auxiliava seus pais na agricultura e nos trabalhos domésticos. Também ajudou seu pai em um comércio na Linha Gaspar. Foi um jovem muito ativo e líder, jogava e organizava jogos de futebol. Foi um irmão que assumiu importante papel nos negócios da família, conselheiro e amigo.
Como pai, Egon procurava envolver as filhas em tudo que fazia, desde jogos de futebol até atividades no comércio. Foi um pai presente, que mantinha a família reunida principalmente em rodas de chimarrão e refeições. Nos últimos 20 anos Egon viveu no Bairro Salete, onde exercia a profissão de agricultor, cuidando das suas chácaras com plantações e vacas leiteiras. Na segunda votação da proposta, a vereadora Silvia Kuhn entregou cópia do projeto a familiares de José Egon Dill.
RUA CATHARINA MANTO
Nesta terça também foi votado em primeiro turno o Projeto de Lei 115/2018, de autoria de Maria Tereza Capra (PT), que denomina de Rua Catharina Manto a "Rua Projetada D", situada no Loteamento Santina, no Bairro Agostini. Catharina Manto nasceu em 1903 em Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul. Casada com João Manto, migrou para a "Vila Oeste" em 1943, na carroceria de um caminhão, junto de mais quatro famílias.
Foi mãe de Maria Assunta (em memória), Santina Vitoria Manto, Valterina Mazzochi e Eduardo Ivo Manto. Pessoa religiosa, foi sempre dotada de muita fé, paciência e era dedicada à família. Catharina Manto sempre que podia ajudava aos mais necessitados. Ela dedicou sua vida aos afazeres domésticos, ao cultivo de frutas, legumes, verduras e à criação de animais. Também plantava "pinheirinhos", que vendia para enfeite de Natal. Com seu trabalho manteve a família, e por vários anos também prestou ajuda aos netos. Ela faleceu em 1996, aos 92 anos de idade.
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