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Policultivo de peixes gera renda extra para agricultores
A Secretaria da Agricultura e Meio Ambiente de Itapiranga, em parceria com o curso de Medicina Veterinária da FAI Faculdades, está fornecendo assistência e informações aos produtores do município com relação ao policultivo de peixes. Antes de o produtor iniciar o policultivo, deve estabelecer alguns requisitos básicos, explica o técnico em agropecuária, Diego Zampiva; como por exemplo, tipo de solo, disponibilidade e qualidade da água, topografia do terreno, proximidade do mercado consumidor e facilidade de acesso ao local são algumas dicas do técnico. Produzir variados peixes na propriedade, segundo Zampiva, gera ao produtor uma renda extra. “A produção do policultivo não é difícil, uma única pessoa pode cuidar sozinha da produção”, diz.
As despesas que o produtor pode ter são mínimas e se resumem na compra de ração, eventualmente contratar um tratador e também, se necessário, contatar ajuda terceirizada para a pesca. Depois disso, são estabelecidas a densidade de estocagem dos viveiros e a proporção relativa ideal das espécies, principal ou secundária, a serem criadas, priorizando maior produtividade. De acordo com o técnico, os critérios utilizados no policultivo são de utilização de 75% de peixes de superfície, como o pacu e a carpa capim, e o restante dividido entre duas espécies de meia água, como a carpa cabeça grande e duas espécies de fundo, judia e carpa húngara.
A distribuição tem como objetivo dar melhor aproveitamento à alimentação, já que os peixes de superfície não buscam comida no fundo do tanque, evitando, dessa forma, o desperdício. Outra vantagem do policultivo é que na hora da venda do pescado, o consumidor vai ter mais espécies de peixe à disposição no mercado.
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