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Polícia Civil de SC lança programa 'PC por Elas'
Com a presença do governador Eduardo Pinho Moreira e do secretário de Estado da Segurança Pública, Alceu de Oliveira Pinto Júnior, a Polícia Civil divulgou nesta terça-feira, dia 18, um balanço com os números alcançados ao longo de 2018. Coube ao delegado-geral da corporação, Marcos Flávio Ghizoni Jr., apresentar os dados considerados bastante positivos, com uma queda de 22,1% nos homicídios no Estado.
Em todo o ano, a Polícia Civil apreendeu 3,8 mil armas, 39 mil projéteis, 16,1 toneladas de droga, realizou 21,2 mil prisões em flagrante e cumpriu 4,6 mil mandados de busca e apreensão e 5,2 mil mandados de prisão. Na visão do governador, que aumentou o investimento anual na corporação para R$ 60 milhões - contra R$ 49 milhões em 2017 -, o trabalho realizado pela Polícia Civil de Santa Catarina é motivo de orgulho e necessita de uma valorização constante. Segundo Moreira, a redução da criminalidade no ano corrente ocorreu por conta do esforço de integração das forças de segurança, com participação decisiva do setor de Inteligência.
Polícia Civil por Elas
A solenidade dessa terça-feira também marcou o lançamento do programa "Polícia Civil por Elas", um conjunto de ações que promove acolhimento e acompanhamento de mulheres em situação de vulnerabilidade social e que sofreram violência doméstica. O programa será levado a todas as regiões do Estado por meio das DPCAMI (Delegacias de Proteção à Criança, Adolescente, Mulher e Idoso). "Este é um trabalho exemplar para todo o país. Tivemos uma queda no número de feminicídios em 2018 e todos já estão com a autoria apurada. Esse trabalho de afinamento e prevenção passa a ser cada vez mais importante, afirmou o secretário Alceu.
A delegada Patrícia Maria Zimmermann D´Ávila, coordenadora das DPCAMI no Estado, disse que o programa tem por objetivo propiciar um novo olhar sobre o enfrentamento da violência contra a mulher. "Nós buscamos, por meio da escuta humanizada, o atendimento digno em um local adequado. Precisamos fazer com que a mulher rompa o silêncio e crie coragem para denunciar a violência que ela sofre e fazer esse enfrentamento, com grupos de mulheres", disse a delegada.
A coordenadora das DPCAMI também salientou que haverá a criação de grupos de conversa com homens agressores, visando espaço para reflexão e mudança comportamental. Além disso, ocorrerá o acompanhamento das vítimas e um trabalho de orientação em escolas, visando uma redução futura dos índices.
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