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Número de focos é preocupante em São Miguel do Oeste
Com o aumento da temperatura propício desta época do ano, aumenta também a preocupação com a proliferação do mosquito Aedes Aegypti, transmissor da dengue, febre chikungunya, zica vírus e febre amarela. Na região considerada infestada pelo mosquito, São Miguel do Oeste é um dos municípios que apresentam situação mais preocupante. Neste ano, já foram registrados 451 focos do Aedes na cidade. A informação é do coordenador do Programa de Combate à Dengue, Célio Silva.
De acordo com o profissional, somente nesta semana foram identificados 23 novos focos do mosquito, o que deixa a equipe da Saúde em alerta. "A situação é muito preocupante. Os agentes estão fazendo o trabalho de vistoriar e orientar, mas o número de focos só aumenta. Isso prova que a população não está colaborando como deveria. Precisamos urgentemente mais empenho e esforço dos moradores, para que a situação não se agrave ainda mais", salienta.
Silva destaca que como o período é de chuvas e temperaturas altas, a comunidade deve vistoriar diariamente o terreno e eliminar todo e qualquer depósito de água parada. Inclusive é importante verificar se as caixas de água estão bem fechadas. E para colaborar neste luta contra o mosquito, nos próximos dias, a equipe da Saúde também deve realizar um mutirão de limpeza nos cemitérios da cidade, eliminando recipientes que possam ser criadouros do mosquito.
"Mais uma vez pedimos a colaboração da população, pois a situação em SMOeste é bem preocupante, e o trabalho de eliminação do mosquito deve ser feito por toda a população", reforça. Os meses de novembro a maio são considerados o período epidêmico para as doenças transmitidas pelo Aedes Aegypti, porque o calor e as chuvas são condições ideais para a proliferação do mosquito.
CAMPANHA
Na última semana, o Ministério da Saúde lançou uma nova campanha de combate ao Aedes Aegypti. Com o slogan "O perigo é para todos. O combate também. Faça sua parte. Com ações simples podemos combater o mosquito", a campanha ressalta que a união de todos, governo e população, é a melhor forma de derrotar o mosquito, e que a vigilância deve ser constante.
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