ANÁLISE

Novo fascículo do Atlas faz projeções para 2050

Novo fascículo do Atlas faz projeções para 2050
Foto Mauren Rigo/SPG

A formação dos diferentes povos que viveram em Santa Catarina e a transformaram no que ela é hoje está contada no 3º Fascículo do Atlas Geográfico do Estado, lançado na tarde de sexta-feira, DIA 30, no Centro Administrativo do Governo, em Florianópolis. O livro, que também está disponível em pen-card e no site da Secretaria do Planejamento, é composto por mapas, fotos raras, dados históricos, análises sobre a complexidade da formação social do território catarinense e projeções populacionais para 2050.

O evento contou com a participação do secretário de Estado do Planejamento, Francisco Cardoso de Camargo Filho, secretário-adjunto João Vicente Scarpin, diretor de Estatística e Cartografia, Thobias Rotta Furlanetti, equipe técnica, professores e autores da obra.   "O Atlas Geográfico não é feito por se tratar de uma boa causa, mas sim por ser uma causa essencial, que é mantermos a memória de Santa Catarina. Sem documentos como esse, perderemos materiais antigos e relevantes para o Estado. A história flutua na base do conhecimento, e o conhecimento está nessas páginas", afirmou o secretário.  

O material foi produzido pela Secretaria de Estado do Planejamento, através da Diretoria de Estatística e Cartografia, em convênio de parceria técnica com a Udesc. "Este é um trabalho coletivo e intenso de pesquisa, que reuniu profissionais que trabalharam nas fotografias e na elaboração dos mapas. Sem falar na colaboração voluntária dos melhores pesquisadores das temáticas", disse a organizadora da obra, Isa de Oliveira Rocha. O fascículo é dividido em nove capítulos, escritos por estudiosos da Universidade do Estado de Santa Catarina, Universidade Federal de Santa Catarina, Universidade do Vale do Itajaí, Universidade Federal da Integração Latino-Americana e Universidade Estadual de Campinas.

Em geral, o livro aborda o processo de conquista e colonização do Estado, passando pelo povoamento indígena, afrodescendente, caboclo, açoriano-madeirense e europeu até as migrações internas e internacionais recentes. Também são apresentadas projeções da população do Estado para daqui 30 anos.A obra, que será distribuída para instituições de ensino a fim de subsidiar a educação escolar e universitária, traz informações de fácil visualização e interpretação para interessados de diferentes faixa etárias, órgãos públicos e empresas.

O diretor de Cartografia reforçou que o terceiro fascículo do Atlas Geográfico é uma leitura obrigatória para quem deseja conhecer Santa Catarina. "Ele mostra quais foram os povos e como se deu o desenvolvimento do nosso território. Não só os catarinenses, mas também as pessoas de fora podem conhecer mais sobre a história do Estado que escolheram para viver", disse Furlanetti.

Primeiros atlas de SC

A primeira edição do Atlas Geográfico data de 1958 e foi o primeiro documento do gênero no Brasil, tornando-se modelo para elaboração de atlas similares em outros estados.Ainda foram publicadas edições em 1986 e 1991, sempre com o intuito de manter atualizados os dados cartográficos do Estado de Santa Catarina e fornecer informações adequadas às necessidades dos órgãos públicos e dos cidadãos. 

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