POLÍTICA

Liminar determina indisponibilidade de bens

Liminar determina indisponibilidade de bens

Desde de fevereiro que uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) foi instaurada na Câmara de Vereadores de São Miguel do Oeste para apurar uma denúncia que acusa suposta apropriação de salário de assessor parlamentar, obrigação de prestar expediente em contraturno da Câmara nas empresas particulares de algum vereador e obrigação de realização de trabalhos voluntários em ONGs para representar vereador. A denúncia foi feita de forma anônima no mês de outubro de 2018 na Ouvidoria da Câmara. As investigações ainda ocorrem dentro do prazo que é de 120 dias, que podem ser prorrogados por mais 60. 

Nesta semana, esta novela teve mais um capítulo, isso porque o Ministério Público de Santa Catarina publicou uma liminar determinando a indisponibilidade de bens de dois vereadores do município de São Miguel do Oeste. Um deles, Carlos Grassi pode ter bens indisponibilizados nos valores superiores a R$ 50 mil e outro vereador, Odemar Marques mais de R$ 10 mil. Da decisão, cabe recurso. 

Desde que começou as investigações, o Ministério Público contou com apoio dos Gaecos de Chapecó e São Miguel do Oeste. 

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