Forças de Segurança da Fronteira avaliam 11ª Operação Simultânea

Mais de 18 mil pessoas foram abordadas na última operaçã

Na última semana, as forças de segurança das fronteiras do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Argentina estiveram reunidas em Pato Branco/PR para avaliar a 11ª Operação Simultânea, realizada de 27 a 29 de junho deste ano.

Um dos destaques da reunião foi a integração dos três estados do sul do Brasil e da Província de Misiones, locais estes utilizados como rota de descaminho, contrabando e tráfico, principalmente de drogas.

Durante a realização da Operação Simultânea foram montadas barreiras policiais militares e atividades de varredura e fiscalização em pontos de comércio de bares e boates nas regiões fronteiriças dos três estados, nas áreas onde abrangem as respectivas regiões de comando de policiais militares, ou seja, noroeste do Rio Grande do Sul, extremo oeste de Santa Catarina, sudoeste do Paraná e nordeste da Província de Misiones, uma área aproximada de mais de 81 mil km².

Foram abordadas e monitoradas aproximadamente 18 mil pessoas, houive prisão ou detenção de 25 pessoas e mais de 600 autuações aplicadas em decorrência de infrações de trânsito e ambientais, além de abordagem em mais de oito mil veículos. Número superior a 700 militares e 140 viaturas das forças de segurança do Brasil e Argentina foram utilizadas.

O comandante do policiamento de fronteira da 9ª Região de Polícia Militar, coronel Luiz Guerini, afirmou que está orgulhoso em ver todas as forças policiais da região de fronteira da região sul do Brasil e nordeste da Argentina integradas e realizando as Operações Simultâneas, atendendo às necessidades locais e regionais. \"A integração de operações das forças de segurança pública visa a ampliação das ações de policiamento e atividades de segurança nas regiões de divisa e fronteira, para atuar nos crimes contra a pessoa, contra o patrimônio, crimes ambientais, contrabando, uso de drogas ilícitas entre outras infrações penais. Outro objetivo importantíssimo, que está se concretizando, é a comunicação entre os comandos regionais nas trocas de informações, que contribuirão diretamente na prisão de criminosos que porventura venham a fugir de um estado ou país para outro, no intuito de permanecer impune aos seus delitos e que estes sejam descobertos em outra região. A integração é o futuro e a forma mais natural de os órgãos de segurança serem fortes, tendo o compromisso de permanecerem com este tipo de relacionamento\", enfatiza o coronel Guerini.

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