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Feiras incentivam a criatividade escolar
Eventos especiais realizados nas unidades de ensino da região envolvem estudantes dos níveis Fundamental, Médio e Profissionalizante
Talento, dedicação, pesquisa e criatividade não faltam nas Feiras de Ciências e Tecnologias desenvolvidas pelas unidades estaduais de ensino. Basta circular entre os estudantes para observar o empenho da equipe escolar e o esforço dos alunos em desenvolver projetos surpreendentes nos mais diversos segmentos e disciplinas. Os trabalhos envolvem todos os anos milhares de estudantes do Ensino Fundamental, Médio e o Profissionalizante.
Na região, no último dia 5, aconteceu mais uma etapa interna da Feira de Ciência e Tecnologia, desta vez, o evento envolveu os estudantes da E.E.B. Alberico Azevedo, de SMOeste. Durante todo o dia, a escola recebeu a visita de alunos de outras instituições e também da comunidade escolar. Cerca de duas mil pessoas acompanharam as apresentações. Na etapa interna, os projetos passam pela primeira seleção. No Alberico, foram apresentados 60 trabalhos, destes, apenas dois foram escolhidos para a Feira Regional que envolverá as 21 escolas de abrangência da Gerência de Educação de SMOeste.
Na avaliação da diretora Silviamar Panizzon, os trabalhos foram bem elaborados e estudados pelos alunos com o auxílio de seus professores. Segundo ela, nas feiras os projetos são avaliados nos quesitos: criatividade, domínio do conteúdo, pesquisa do projeto e a apresentação para os visitantes.
De acordo com o supervisor de Educação Básica e Profissional da Gerência de Educação de São Miguel do Oeste, Gisley Baretta, na região ainda resta realizar as feiras internas na E.E.B. Cecília Lotim em Barra Bonita e na Escola Adolfo Silveira em Paraíso. Segundo Baretta, a etapa regional está prevista para 22 e 23 de setembro, em local ainda a ser definido.
Para o supervisor, as feiras são o momento em que cada escola consegue colocar visivelmente a relação que existe entre o conteúdo da disciplina com a prática. "Naquele momento, o aluno vai confirmar o que a teoria diz ou não sobre o que ele está expondo. A feira também é um incentivo em relação ao despertar o espírito empreendedor", destaca. Conforme o profissional, percebe-se ainda que ao longo dos anos as famílias passaram a se envolver na elaboração e incentivo ao projeto e isso é muito positivo. "Muitas vezes, os visitante também mudam inclusive seus hábitos após analisar os resultados das pesquisas. Observamos que certos conceitos da ciência estão sendo testados na prática, e estes projetos são resultados do conhecimento da disciplina, mais a experiência do professor e mais a curiosidade do aluno", considera.
Baretta avalia que os trabalhos apresentados na regional estão sendo bem positivos e com bom nível. "Percebemos que nas escolas que os professores planejam a feira com antecedência, os trabalhos são mais profundos e existe até uma competição interna na escola, para que o projeto classificado para a feira regional seja de fato o melhor trabalho", aponta.
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