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Retrospectiva maio 2011

  • Ivan Ansolin -

Willy Barth: a avenida da morte

Em menos de um mês, foram registradas três mortes na principal rua de SMOeste 

Edição 1622: A Willy Barth, uma das principais vias de São Miguel do Oeste, se tornou sinônimo de medo no trânsito. Em menos de um mês, foram registradas três mortes na avenida que corta o município. Na noite do domingo, dia 8, o deficiente auditivo Luiz Antonio Brustolin, de 46 anos, não resistiu e morreu depois de ser atropelado por um veículo argentino. Anteriormente, outras duas mortes, ambas envolvendo acidentes com motocicletas haviam sido registradas - Daniel Schons e Tereza Soares.

Ainda em maio, a Willy Barth fez uma nova vítima por atropelamento. A idosa Juvita Zancanaro morreu após 13 dias internada no Hospital Regional. As tragédias trouxeram a tona um problema antigo. A Willy Barth não comporta mais o volume de tráfego e a solução seria o contorno viário, projeto este que ainda não saiu do papel. No mesmo final de semana, o trânsito do extremo oeste fez outras vítimas. Valdecir Hart, de 36 anos, e Denise Karina Simon, de 23 anos, morreram em acidentes em Dionísio Cerqueira e Maravilha, respectivamente.
 

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