Projeto Nova Morada beneficia mais

Foram 215 casas construídas e reformadas desde o ano de 2007

 

            A primeira etapa do programa de Habitação Popular Rural Cohab Nova Morada, realizada em parceria entre a Fetaesc (Federação dos Trabalhadores na Agricultura de Santa Catarina), a Cohab (Companhia de Habitação do Estado de Santa Catarina) e a Caixa Econômica Federal, desde o ano de 2007 beneficiou 215 famílias dos municípios de São Miguel do Oeste, Paraíso, Bandeirante e Barra Bonita, num total aproximado de 900 pessoas.

            O encerramento desta etapa ocorreu na manhã do dia 1º de maio, com uma confraternização entre os beneficiados. O evento ocorreu na linha Canela Gaúcha, em São Miguel do Oeste. Lideranças sindicais e políticas da região participaram do encontro, onde todos tiveram a oportunidade de avaliar o antes e o depois das melhorias nas casas das famílias beneficiadas. Em São Miguel do Oeste foram favorecidas 100 famílias, com valor subsidiado de R$ 591 mil e contrapartida dos agricultores de R$ 189 mil. Em Paraíso, 55 famílias foram beneficiadas, com valor subsidiado de R$ 325,5 mil e contrapartida de R$94,5 mil. No município de Bandeirante, 38 famílias foram beneficiadas, com valor subsidiado de R$ 225,1 mil e contrapartida de R$ 60,9 mil. Em Barra Bonita foram 22 famílias, com um subsídio de R$ 130,3 mil e contrapartida dos agricultores de R$ 35,7 mil.

Para o presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de São Miguel do Oeste, Joel de Moura, esta é uma grande conquista do movimento sindical. "Demos um passo muito importante, esta vinha sendo uma luta há mais de 20 anos, em que pedíamos habitação rural e, felizmente, ainda que devagar, os resultados começaram a surgir. Para nós é importante porque melhorou bastante o meio e a qualidade de vida dos agricultores, pois esse é nosso maior objetivo", frisa.

 

NOVAS MORADAS

 

            Segundo Moura, a partir do dia 11 de maio o sindicato já estará desenvolvendo novos projetos, agora já enquadrados no novo programa de habitação do Governo federal. Os agricultores interessados podem procurar o sindicato de seu município ou o mais próximo, e se inscrever no grupo que se adaptar à sua remuneração anual.

            Agora, agricultores com renda anual de até R$ 10 mil podem acessar até R$ 10 mil a fundo perdido.

            Aqueles com renda anual entre R$ 10 mil e R$ 22 mil podem acessar R$ 7 mil a fundo perdido e mais um financiamento de até R$ 15 mil para ser devolvido em um prazo de 10 anos. E para agricultores que ganham acima de R$ 22 mil anualmente podem pegar um crédito de até R$ 70 mil por beneficiário, sendo que todo o valor tem que ser devolvido em 10 anos.

 

 

 

 

 

 

 

 

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