Oficina de acessibilidade surpreende participantes

Oficina de acessibilidade surpreende participantes
Divulgação - Cerca de 23 profissionais ligados à engenharia e arquitetura participaram da oficina

O curso teve como objetivo a conscientização e sensibilização dos envolvidos com a produção da cidade e dos ambientes de uso comum, público e coletivo sobre a temática

Através da parceria entre Assenar (Associação de Engenheiros e Arquitetos do Extremo Oeste de Santa Catarina), Crea (Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de Santa Catarina) e Pec (Programa de Educação Continuada), foi realizada, durante os dias 25 e 26 de novembro, a Oficina de Acessibilidade em São Miguel do Oeste, ministrada pelo arquiteto e urbanista Mário Cezar da Silveira.

O curso, realizado no auditório das entidades Acismo (Associação Comercial e Industrial de São Miguel do Oeste), Sindicomércio (Sindicato do Comércio Varejista e Atacadista do Extremo Oeste de Santa Catarina) e CDL (Câmara de Dirigentes Lojistas), no Centro Comercial Andrômeda, teve como objetivo a conscientização e sensibilização dos envolvidos com a produção da cidade e dos ambientes de uso comum, público e coletivo sobre a temática.

Há pouco tempo, o MPF (Ministério Público Federal) expediu 50 recomendações a diversas instituições de São Miguel do Oeste e região para que fosse garantida a acessibilidade, com o objetivo de apontar os problemas e, obviamente, para que sejam corrigidos. A definição de acessibilidade, segundo a Norma Brasileira 9050, é “a utilização de maneira autônoma e segura do ambiente, de edificações, mobiliário, equipamentos urbanos e elementos”.

Silveira, que é especialista e coordenador da comissão permanente de acessibilidade e professor do Projeto Ir e Vir, ligado à sensibilização e capacitação sobre a acessibilidade na cidade-sede da Copa do Mundo, levou os participantes a viver na prática as condições para quem necessita de acessos especiais.

Vendas nos olhos, cadeiras de rodas, entre outros métodos, foram utilizados para simular a realidade vivida por estas pessoas. Para ele, o curso foi uma atividade para quebrar paradigmas. Pelo sucesso do evento, os organizadores acreditam que para 2012 seja possível uma nova realização, quem sabe, com mais profundidade no assunto.

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