Nelsinho rebate acusações do PMDB em nota

Diante das afirmações do ex-prefeito de São Miguel do Oeste, João Carlos Valar

 

Diante das afirmações do ex-prefeito de São Miguel do Oeste, João Carlos Valar, do ex-vice-prefeito, Moacir Gervásio Martello e da Executiva do PMDB, os quais encaminharam uma nota à população de São Miguel do Oeste sobre a polêmica do Centro de Eventos na última semana, a atual administração rebateu as afirmações e encaminhou uma nota de esclarecimentos à imprensa no início desta semana. Na nota o prefeito Nelson Foss da Silva (PT) questiona e desafia a antiga administração para esclarecer alguns trâmites na documentação para elaboração do projeto do Centro de Eventos. "Inexplicavelmente, o ex-prefeito João Valar deixou correr seis meses para somente no apagar das luzes de seu governo, já na eminência de perder os recursos, no dia 11 de dezembro de 2008, lançar um processo licitatório para contratação da empresa que deveria elaborar o projeto do Centro de Eventos. Para conhecimentos de todos, o processo licitatório do projeto assinado pelo ex-prefeito João Valar previu a abertura das propostas no dia 29 de dezembro de 2008, faltando três dias para encerramento de seu governo e do prazo para garantir o empenho da emenda junto ao Ministério do Turismo", acentua Nelson.

O prefeito ainda destaca que três empresas interessadas participaram da licitação, e de forma proposital a administração do PMDB determinou que fossem desclassificadas duas empresas e que fosse aberta a proposta de uma única empresa habilitada, sem garantir às demais o direito de recorrer da desclassificação. E por isso o atual governo anulou aquele processo. "Perguntamos: Quem realmente deixou para trás um projeto de elevada importância para a região? Quem resolveu fazer do caso uma disputa política onde tenta iludir a população com declarações sem procedência? Desafiamos o ex-prefeito João Valar a apresentar os documentos que comprovam a garantia da emenda, como o Documento Funcional Programático, necessário neste caso. Tentar criar uma cortina de fumaça e jogar a culpa na proposta de alteração do local do Centro de Eventos, que está sendo ampla e democraticamente discutida com a sociedade, nada mais é do que uma tentativa desesperada de justificar o injustificável.", finaliza.

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