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Medida reduz benefícios para produtor que não tirar a nota
Na última reunião do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural de Barra Bonita, realizada na semana passada, o secretário Municipal de Agricultura, Valmir Marangon, revelou o levantamento dos números de atendimentos da pasta e notou que houve uma redução de 400 horas/máquina prestados para os agricultores. Isso ele atribui ao sistema de pastagens perenes adotado em muitas propriedades, onde não é preciso ficar trabalhando com a terra com muita frequência, o que acaba por reduzir os pedidos para a confecção de silagem.
"Até para baixar o custo de produção de leite os agricultores estão investindo em pastagens. Neste ano já tivemos 418 atendimentos veterinários, 1.600 inseminações, oito construções de proteção de fontes modelo Caxambu, distribuição de mais de 15 toneladas de sementes de pastagem", explica Marangon, lembrando, ainda, que Barra Bonita foi destaque nacional no Cadastro Ambiental Rural, quando, no mês de maio, alcançou o cadastramento de 95% das propriedades.
O secretário lembra que na reunião também foram apresentadas mudanças para 2016, quando o Executivo passará a fazer a doação do material de inseminação, ficando o agricultor responsável por comunicar o inseminador para efetuar o trabalho.
Outra mudança se deve à falta de emissão da nota de produtor dos agricultores que comercializam o leite. "De 202 produtores cadastrados, somente 48 destacaram as 12 notas do bloco. Sabemos que a venda do leite é mensal e o Conselho definiu que a cada nota que o agricultor não apresentar, ele terá um desconto de 10% dos incentivos totais do próximo ano. O prazo para a legalização deste ano vai até 18 de dezembro e quem estiver em atraso terá esta chance para ficar em dia e destacar as notas, mesmo que sejam de qualquer mês deste ano", avisa Marangon.
Por outro lado, o secretário informa que o programa de silagem está aberto e os agricultores interessados já podem efetuar o agendamento. "Para o próximo dia 4 haverá um pregão para a compra de dois botijões de inseminação e um subsolador, com verba de R$ 11 mil, vinda da deputada Luci Choinaki", afirma.
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