Instituto Educacional CVE: relato de experiências vividas

Instituto Educacional CVE: relato de experiências vividas
Divulgação - Viagem dos estudantes a Florianópolis e Beto Carrero

Durante o ano letivo, atividades já tradicionais tornam-se cada vez mais atrativas aos alunos e familiares

Fatos marcantes para o ano letivo de 2011 ficam em torno, entre outros, das viagens de algumas turmas a Porto Alegre e Florianópolis. De acordo com a diretora do Instituto Educacional CVE, Clair Bernardi Tomazelli, estas viagens, além de ampliar o conhecimento, visam enriquecer a cultura e proporcionar lazer aos alunos.

Em Porto Alegre, os estudantes conheceram o museu da PUC, e em Florianópolis a turma observou o cultivo de ostras. “Nós procuramos trabalhar os conteúdos vivos, demonstrando o que é estudado em sala de aula na vida real. Isso desperta o senso de responsabilidade, cumprimento de regras, cuidado com seus pertences, com o dinheiro. “Estamos no 34º ano de trabalho e estas experiências refletem no amadurecimento do conceito da proposta pedagógica da escola na sociedade, não só aqui dentro. Sentimos que a sociedade também entende a proposta pedagógica do CVE positivamente. Houve um tempo em que as pessoas achavam que a escola era permissiva, que podia tudo, ou que não se ensinava tudo, ou coisas assim, então isso mudou e já recebemos o respeito da comunidade e a cada ano temos mais conquistas que podemos festejar. Percebemos, pelo depoimento de alguns pais, independente da série dos filhos, que eles elogiam muito e sentem a diferença que a escola faz na vida da família, e isso também nos deixam felizes e animados para perseverar”, destaca a diretora-geral do Instituto, Elza Gobbi. 

Entre as ações do ano, a coordenadora pedagógica Rosangela Gasperin Fontana lembra a comemoração do Dia da Criança. “Desenvolvemos várias atividades durante a semana. Uma delas foi o piquenique na chácara de Eustáquio Bernardi, onde os alunos estiveram em contato com animais, tiraram leite, colheram e sapecaram pinhão, andaram de carroça. Tivemos uma gincana em que arrecadamos muito lixo eletrônico, movimentando a comunidade escolar”, revela. 

A escola produz o anuário, onde consta um trabalho destaque exercido durante o ano pelo aluno, e também desenvolve a monografia com os estudantes da 8ª série. Promove-se o trabalho durante o ano todo, por meio de diferentes etapas, sendo um trabalho final para o aluno se formar no Ensino Fundamental. Essa iniciativa existe há vários anos e o objetivo é proporcionar aos estudantes o contato com a pesquisa científica e o conhecimento da profissão que pretendem seguir. “Todos os anos, temos trabalhos excelentes, alguns que se destacam. É uma atividade de noção muito rara nesta idade. É a experiência vivida, diferente de uma noção que se diz, é uma experiência de profissão”, comenta Elza, abrindo um leque de objetivos. 

Rosangela salienta que a escola solicita 10 horas de estágio, com profissionais de cada área. “Normalmente, esses profissionais gostam e auxiliam muito o aluno, pois realmente mostra o dia a dia deles. Deixamos livres para que, na hora da apresentação, chamem amigos e familiares, e o legal, também, é que eles têm facilidade em falar, pois eles realmente viveram, estudaram e conhecem sobre o que estão falando”, explica a coordenadora pedagógica.

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