SÃO MIGUEL DO OESTE

Hospital Regional Terezinha Gaio Basso inicia operação de cinco novos leitos de UTI

Hospital Regional Terezinha Gaio Basso inicia operação de cinco novos leitos de UTI
Keli Fernandes/ Ascom HRTGB-Santé

As equipes do Hospital Regional Terezinha Gaio Basso, de São Miguel do Oeste, iniciaram nesta segunda-feira, dia 10, a operação dos cinco novos leitos na UTI (Unidade de Terapia Intensiva). O hospital, administrado pelo Instituto Santé, conta agora com 15 leitos de UTI adulto, ampliando o acesso a terapia intensiva no Extremo Oeste Catarinense. Na manhã desta terça-feira, a ocupação é de 73%, com 11 dos 15 leitos ocupados.

Para a operação, o quadro de colaboradores foi reforçado com a contratação de 20 novos profissionais. São médicos, enfermeiros, técnicos em enfermagem e fisioterapeutas, ampliando o número de profissionais conforme a necessidade setorial e seguindo as normas regulamentadoras para unidades de terapia intensiva.

A obra física foi concluída no início de julho, em um investimento de R$ 1 milhão, que contempla as intervenções na Unidade de Terapia Intensiva (R$ 190.985,00) e também no Centro Cirúrgico (R$ 596.930,00) e na Central de Material e Esterilização (R$ 210.336,00).

A reforma e adequação foi realizada na atual Unidade de Terapia Intensiva, com foco na reorganização do espaço existente. A obra foi realiza por empresa terceirizada e pelas equipes de manutenção e engenharias da unidade.

Além da obra física, foi realizado um investimento de R$ 580 mil em equipamentos para os novos leitos, que incluem camas hospitalares, monitores, ventiladores pulmonares e estativas de teto.

Conforme o diretor geral do HRTGB-Santé, Rodrigo Lopes, a expansão atende a crescente demanda por leitos de UTI na região e em todo o Estado, com os novos leitos intensivos integrados à rede estadual.



CENTRO CIRÚRGICO E CME

As obras físicas no HRTGB-Santé se concentram agora no Centro Cirúrgico e, na sequência, avançarão para a Central de Materiais Esterilizados.

No Centro Cirúrgico, a reforma tem foco na manutenção geral da unidade, incluindo substituição de revestimentos de piso, forro e paredes, além da readequação de ambientes. O cronograma da obra foi estruturado em 14 etapas, com o objetivo de minimizar impactos na rotina assistencial e garantir a manutenção do funcionamento da unidade durante a execução das intervenções.

Quanto à CME, o projeto contempla a readequação dos fluxos operacionais, a ampliação das áreas destinadas à lavagem de materiais e também dos espaços de armazenamento de materiais esterilizados, além da reforma total do setor, visando maior conformidade operacional, funcionalidade e segurança dos processos.




Keli Fernandes/ Ascom HRTGB-Santé


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