Herneus é o mais novo ?fiscal do dinheiro público?

O presidente do Tribunal de Contas de Santa Catarina, José Carlos Pacheco, empossou na segunda-feira Herneus João de Nadal no cargo de conselheiro do Órgão

O presidente do Tribunal de Contas de Santa Catarina, José Carlos Pacheco, empossou na segunda-feira Herneus João de Nadal no cargo de conselheiro do Órgão. Durante a solenidade, o novo integrante do Corpo Deliberativo declarou que chega ao TCE para contribuir com a missão constitucional da instituição de exercer o controle externo da gestão pública. "Minha presença neste Tribunal de Contas implica na continuidade da prestação de serviço à sociedade catarinense", enfatizou Nadal, que iniciou na vida pública no início dos anos 80, como prefeito do município de Caibi, no oeste catarinense, e que antes de tomar posse como conselheiro exercia o quinto mandato como deputado estadual, de qual cargo renunciou.

Herneus, que é o oitavo conselheiro a assumir o cargo depois da Constituição Estadual de 1989, foi escolhido pela Assembléia Legislativa, no dia 28 de abril, por 35 votos contra três, para ocupar a vaga aberta com a aposentadoria voluntária de Moacir Bertoli, no dia 3 de março.

Ele assumiu o cargo convicto da missão do órgão de fiscalizar o uso dos recursos públicos. "O controle externo confere à gestão pública concretude, eficácia e efetividade", resumiu Herneus.

O ato também foi prestigiado pelo governador Luiz Henrique da Silveira, que disse estar vivenciando dois sentimentos contraditórios com a posse do amigo: tristeza por perder o companheiro de partido e alegria por vê-lo assumir a honrosa e elevada função de conselheiro.

Agora, como membro do Tribunal Catarinense, o novo conselheiro terá, entre outras atribuições, a de relatar, discutir e votar matérias relacionadas à emissão de parecer prévio sobre as contas anuais do governador e dos municípios catarinenses e ao julgamento das contas dos administradores e demais responsáveis pela utilização de recursos públicos em âmbito estadual e municipal. Também terá que votar processos que tratam da apreciação de atos de pessoal, de denúncias de irregularidades em órgãos públicos.

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