Contratos de Habitação beneficiam 54 agricultores

A partir de agora o programa foi ampliado para abranger mais familias

O Sindicato de Trabalhadores Rurais de São Miguel do Oeste, em parceria com a Caixa Econômica Federal, realizou na tarde de ontem, dia 21 mais uma etapa de assinatura dos contratos de Habitação Rural. Segundo o presidente do sindicato, Joel de Moura, o programa beneficiou 32 famílias dos municípios de São Miguel do Oeste, Bandeirante e Barra Bonita. Moura destaca que só nesta etapa serão investidos R$ 224 mil a fundo perdido no comércio da região, movimentando a economia local e melhorando a qualidade de vida dos agricultores.

Conforme o gerente da Caixa Econômica Federal, Alceu Pastorelo, o programa é chamado de operações coletivas FGTS, no qual a Caixa libera os recursos do FGTS. O agricultor tem a contrapartida de R$ 1,5 mil e a Caixa libera os recursos do fundo de garantia no valor de R$ 6,5 mil como subsídio a fundo perdido para reforma, ampliação e construção de imóveis rurais. O gerente enfatiza que no ano de 2008 foram assinados 458 contratos nos municípios associados ao Sindicato de São Miguel do Oeste.

 

NOVIDADES

Esta foi a última etapa de assinatura por meio do convênio com o FGTS. A partir de agora os novos projetos serão enquadrados no novo PNHR (Programa Nacional de Habitação Rural) do Governo federal. Os agricultores interessados podem procurar o sindicato de seu município ou o mais próximo, e se inscreverem no grupo que se adaptar à sua remuneração anual. Pastorelo explica que as mudanças foram realizadas para beneficiar mais famílias e agricultores já que o programa se expandiu em três grupos classificados como g1, g2 e g3.

Agora, agricultores com renda anual de até R$ 10 mil podem acessar até R$ 10 mil a fundo perdido. Aqueles com renda anual entre R$ 10 mil e R$ 22 mil podem acessar R$ 7 mil a fundo perdido e mais um financiamento de até R$ 15 mil para ser devolvido em um prazo de 10 anos com juros de 5% ao ano mais taxa referencial. E para agricultores que ganham acima de R$ 22 mil anualmente podem pegar um crédito de até R$ 60 mil por beneficiário, sendo que todo o valor tem que ser devolvido em 10 anos, com juros de 5% ao ano mais taxa referencial.

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