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Droga: um prazer instantâneo e com consequências para uma vida toda
Química considerada destruidora de famílias e personalidades deixou de ter seus alvos em grandes centros
O mundo das drogas parecia uma realidade somente de cidade grande, porém hoje está presente em qualquer município de pequeno porte ou até mesmo no interior. A química considerada destruidora de famílias e personalidades deixou de ter seus alvos em grandes centros, e está presente na região, na cidade, no bairro, na vizinhança ou até mesmo na própria casa. Uma realidade que tem ganhado proporções cada vez mais agravantes e assustadoras.
“Nós buscamos na vida, o prazer. O cérebro busca o prazer em tudo que a gente faz, na família, na alimentação, no trabalho, nas compras, e algumas pessoas no dia a dia não sentem isso. Eles não sentem prazer em trabalhar, em estar com a família, com os filhos e a droga é a busca desse sentimento. A pessoa depois que experimenta a droga, uma vez ou duas, acaba tendo uma recompensa pelo cérebro. O cérebro libera substâncias do prazer, como a seretonina e endorfina, que são hormônios que gratificam o evento vivido”, explica o médico especialista em Dependência Química, Josemir Werlang.
Conforme o profissional, algumas pessoas nunca se tornarão dependentes. No entanto, outros possuem uma tendência familiar ou genética maior para aderir à substância. Segundo Werlang, hoje se pode apontar qual o perfil do adolescente que tem uma tendência maior para ser um dependente. Cita-se o caso, por exemplo, de um adolescente que sempre teve tudo na vida, como pai e mãe, que sempre deram a ele tudo que sempre quis, toda a atenção. Para ele, sua vida não tem muita graça. Nunca teve limites e respeito, ele vai buscar algo diferente. “Isso ocorre muito quando há uma ausência por parte do pai ou da mãe, onde o outro é superprotetor. O adolescente acaba buscando novas experiências de prazer. Para ele, que tudo já experimentou, não tem mais gosto em nada, trabalhar é muito complicado, porque dá trabalho, então a droga é um meio fácil de ter prazer e ser feliz. Uma felicidade muito aérea, muito vaga. Usar droga é como fazer um buraco na água, porque nunca se consegue chegar ao fim do prazer”, argumenta o especialista.
No entanto, ele revela que este é um perfil básico de um adolescente possível de se tornar um dependente. Há também a questão genética, em que o pai era alcoólatra e o filho acaba herdando essa tendência. Existe ainda a questão da cultura familiar e a influência do ambiente em que vive. As companhias, a família, a oferta fácil e a pobreza são os principais agravantes ou desequilíbrios sociais que levam ao tráfico.
CRACK
Qualquer droga, pelo simples fato de ser droga, provoca uma dependência. Cada uma possui um grau. O crack tem o poder de criar uma dependência maior na primeira ou segunda utilização, porque ele provoca na pessoa que usa um ciclo de prazer muito grande. Esse sentimento acaba provocando alterações físicas e químicas no cérebro da pessoa, e ela acaba tendo a vontade de usar novamente. “No início, quando a pessoa usa, não acha que vai se tornar dependente. Ela pensa que vai usar uma vez, duas e vai parar, mas acaba buscando o uso contínuo. O problema do crack é que é uma droga barata, de fácil uso, de efeito imediato. Usou o crack, que é fumado, então deu uma pitada, você já sente o efeito; parou de usar, queimou a pedra, já não tem mais o efeito da droga. Tem efeito momentâneo. O usuário do crack passa horas consumindo; enquanto tiver, ele vai usar, sem limite, ele se destrói usando, porque ele não tem um efeito tardio”, explica o profissional.
Conforme ele, a dependência desta droga provoca ansiedade, irritação, insônia, intolerância, depressão, alteração de comportamento, inquietação, agressividade. Também podem ocorrer delírios, alucinações, surtos psicóticos, roubos, brigas familiares, perda de emprego. O crack, em especial, possui muitos componentes que facilitam a difusão pelo cérebro. “Ele consegue ultrapassar a barreira de defesa do cérebro, e acarreta uma lesão direta, provocando demência, déficit de memória, déficit de concentração. Qualquer droga pode provocar lesões, mas pode demorar até anos; o crack em alguns meses pode ocasionar lesões sérias. É uma droga que provoca um agravo muito rápido”, garante Werlang. Segundo o especialista, quando se começa a usar já não se quer mais parar, bastante diferente da maconha, em que se fuma um baseado, mas se pode ficar algumas horas sem usar. O crack dá a sensação de que deve ser usado o tempo todo, e quando para dá aquela aflição, um vazio tão grande pela falta da droga, que o dependente faz loucuras. “Quem usa, acaba desesperadamente procurando ajuda, porque ele se destrói. Ou alguém ajuda a pessoa ou ele vai roubar, matar, assaltar”, revela.
TRATAMENTO
Hoje, a sociedade percebe a presença do crack devido ao número exorbitante de usuários. Para o especialista, hoje, a dependência da droga se tornou um problema de saúde pública porque vários hospitais de atendimento ao dependente químico, que haviam fechado, estão reabrindo, já que ninguém sabe o que fazer com um usuário de crack. “Atendi muitos e muitos usuários crack, mas até hoje não consegui recuperar nenhum. Não posso falar que algum paciente que se tratou ficou bom. Tratava, melhorava, tinha alta, mas em dois ou três meses, sem exceção, todos recaíam, mesmo fazendo uso de medicação e tratamento. São pessoas complicadas de tratar, são pessoas sem limites, sem tolerâncias. Eles procuram ajuda e ao mesmo tempo não conseguem se ajudar, eles têm uma limitação tão grande e até possuem vontade de parar, mas têm uma dependência tão grande que acabam usando novamente a droga. É a consequência da busca pelo prazer momentâneo”, alerta o médico.
Para qualquer dependência química, o tratamento é um período de internação de desintoxicação, em que o paciente tem que se habituar com a falta da droga. Dependendo da droga, pode levar uma semana, um mês, para depois ter um período de convalescença, que é um período no qual vão ser tratadas as consequências do uso da droga, e neste caso são as doenças que a droga provocou no corpo, que pode ser depressão, transtorno de ansiedade, transtorno comportamental e agressividade. O usuário de crack, por exemplo, se torna extremamente intolerante e impaciente pelo fato de ele ainda manter a dependência e a vontade de usar a droga, mas hoje se opta por internações mais demoradas. Cada caso é um caso e deve ser analisado isoladamente. Mas as internações são mais demoradas em virtude da dificuldade na recuperação do dependente. Segundo Werlang, não existe cura para a dependência química, existe tratamento e recuperação. O paciente sempre vai ser um usuário em potencial da droga da qual ele foi dependente. Ele destaca que na região existe um número grande de usuários e é provável que aumente e se torne um problema de ordem pública.
DEPENDÊNCIA
Como caracterizar alguém como dependente? A pessoa que faz uso diário da droga; que tem sintomas físicos e psicológicos na falta da droga, como: ansiedade, tremores e palpitação; quando começa a trocar prazeres do dia a dia pelo uso da droga; quando começa a faltar ao trabalho para fazer uso da droga. Em adolescentes também podem ser percebidas fugas da escola; irritação; pequenos furtos; alteração de humor; ansiedade; baixo rendimento escolar. Para cada faixa etária existem comportamentos diferentes que caracterizam a dependência.
“O pior do dependente é ele assumir a dependência. Quando você pega um paciente, é preciso convencê-lo de que é dependente. Como vou tratar alguém que não assume seu estado. Ao perceber o problema, há a necessidade de se procurar profissionais habilitados para tratar do problema. Em SMOeste existe o Caps, que dá assistência a doentes de dependência química, os próprios ESFs (Estratégia Saúde da Família), com capacitação para abordar os usuários de drogas e encaminhá-los para o tratamento adequado, consideram a psicóloga ou assistente social. Outro caminho, porém mais difícil, é por meio da ação judicial. “Muitas famílias nos procuram para tratar parentes, mas pergunto se a pessoa quer, e a resposta é negativa, então como vou tratar? Não se pode internar uma pessoa à força. A pessoa tem que assumir e querer tratamento. É comum isso acontecer. Quando a pessoa vem contra a vontade, ela vai negar a dependência”, salienta.
FAMÍLIA
A melhor forma de ficar longe da droga é por meio da educação e dos limites, porque hoje quem apresenta a droga para um adolescente não é o traficante, é o colega de aula ou alguém conhecido. A afirmação é do especialista em Dependência Química, Josemir Werlang. De acordo com ele, a pessoa só vai dizer não se tiver uma boa estrutura familiar, para dizer não quero, não preciso disso. Para o profissional, uma criança que foi bem educada, que tem limites e valores na vida, vai ter uma proteção contra o uso da droga, porque um pai vigiar 24 horas por dia para afastar o filho da droga; isso é impossível e nem deve acontecer, porque o próprio filho deve saber os limites de quando deve ou não aceitar algo. “Uma boa educação, limites, estudo, trabalho é que vão afastar alguém das drogas”, afirma.
Durante o tratamento, a família também é fundamental. “Você tem que recuperar a credibilidade, isso necessita de apoio familiar e social, reinserção no mercado de trabalho e na família. As famílias geralmente colaboram. É difícil, mas é preciso colaboração e carinho. Se observar alguém de classe menos favorecida, que mora em uma favela, que volta para aquela vida, as chances de se recuperar são poucas. Não vou dizer que é impossível recuperar um dependente de crack, porque milagres acontecem. Há possibilidades de recuperação, mas o crack é uma droga de difícil tratamento, que tem trazido uma série de problemas para recuperação. Hoje, é a droga mais difícil porque ela é barata, de fácil acesso, fácil uso, e que traz problemas graves”, garante o especialista. O papel da família na recuperação é prestar atenção aos sinais, buscar o diagnóstico, encaminhar o dependente a um especialista, admitir o problema e incentivar a busca de tratamento.
“Não queria tirar a liberdade do meu filho e quando percebi era tarde demais, pois as más companhias levaram-no para o mundo das drogas e, nós, os pais, fomos os últimos a saber”, revela João*(nome fictício). De acordo com o pai, a família sofre há 15 anos com a presença de um dependente químico em casa. Por 10 anos, o filho ingeriu outros tipos de drogas, porém o problema se agravou nos últimos cinco anos, quando o filho se tornou dependente do crack. “Se alguém quer conhecer a diferença entre o céu e o inferno, eu garanto, o inferno é ter um dependente de crack dentro de casa”, afirma.
Segundo o pai, o filho é maravilhoso, no entanto, com a falta da droga, a ansiedade provocada pela dependência o transforma. “Ele já foi internado, já tentou suicídio, vendeu tudo o que podia vender de dentro da nossa casa, vendeu meus equipamentos de trabalho, pediu dinheiro para todos os conhecidos, tudo por causa da droga. Ele não tinha mais o que tirar de nós. Ele deixou a família no fundo do poço”, conta o pai, emocionado.
João, que já sofreu com o alcoolismo no passado, mas procurou ajuda e se recuperou, salienta que há mais de 30 dias o filho começou a procurar ajuda de especialistas e a frequentar a igreja. “Na minha opinião, deveria ter cadeia para as pessoas que se aproveitam da situação e compram os produtos tirados de dentro de casa e vendidos pelo dependente por um valor simbólico. Um recado que deixo para os pais leitores, é que sejam amigos dos seus filhos e fiquem atentos, o máximo possível, com as companhias que eles andam. As más companhias devem ser evitadas sem dó, pois esse foi o motivo da desestruturação da minha família. Além disso, é importante que os filhos tenham religião e que haja convivência com a família”, aconselha.
REALIDADE ESCOLAR
Ao falar sobre drogas nas escolas, uma diretora de uma unidade de educação da região, que preferiu não ter seu nome revelado, aponta que, hoje, as drogas são realidade em todas as escolas, algumas apresentam situações mais agravantes, outras não, porém todas as unidades apresentam casos de alunos dependentes. O fato pode ser percebido por meio da agressividade, do comportamento inadequado e até algumas vezes por flagra no repasse do material químico.
Segundo ela, são alunos de 5ª série ao Ensino Médio que geralmente apresentam comportamento suspeito. De acordo com a profissional, hoje é identificada uma porcentagem pequena de estudantes que fazem uso da droga, mas que em pouco tempo pode aumentar se não for tomada alguma medida emergente. “O fluxo de pessoas de fora que traziam o material para alunos da escola era tão grande e preocupante, que tivemos que cercar a unidade, como forma de coibir o repasse. Hoje, só passam pelo portão pessoas autorizadas pela direção”, conta.
Para a diretora, uma das medidas que podem ser feitas na tentativa de orientar os estudantes a evitar o primeiro contato, são palestras e encontros com profissionais especialistas na área. “Quando algum fato é percebido, conversamos com pais e alunos, porém, muitas vezes a ação é insuficiente devido à constante negativa da atitude por parte do aluno. Além disso, alguns pais não aceitam ajuda, apontam que é perseguição dos profissionais contra os filhos. Me preocupo com essa realidade que está tomando grandes proporções em toda a região. Não tenho medo de enfrentar a situação, porque se acontecer algo comigo, sei que tomei alguma atitude para melhorar a vida desses jovens. Eu olho para a carinha deles e não sei qual vai ser o tempo de vida deles nesse caminho”, revela a educadora.
CAMPANHA CONTRA O CRACK
O Colégio La Salle Peperi iniciou na última sexta feira, dia 12, no salão de atos da escola, a campanha “Craque, faça um gol de placa nos estudos, mas crack nem pensar”. O evento contou com a participação dos alunos, professores e colaboradores, além de vários representantes da imprensa. Após a cerimônia de abertura, os presentes assistiram a uma palestra com a psicóloga do Caps, Maria de Fátima Hernandorena Py, com enfoque na problemática. Segundo a psicóloga, o crack é a substância mais perigosa em se tratando de entorpecentes, pelo seu alto nível tóxico.
“O crack nada mais é do que o resto da cocaína, o lixo que sobra. O efeito é curto, por esse motivo o usuário logo sente a necessidade de consumir novamente, tornando-se assim um viciado”, afirma. A psicóloga comentou também que a pessoa, após consumir algumas vezes a droga, perde totalmente o sentido do valor da vida. “Quem é usuário não permite carinhos, nem dá nem recebe, se isola do mundo e pensa somente em consumir a droga”, revela. O diretor da unidade, Irmão Plácio, enfatizou que os objetivos da campanha são sensibilizar, esclarecer e mobilizar as comunidades escolares, instituições esportivas e a sociedade local em relação ao crack. A escola promoveu ainda a Copa Stop Crack, modalidade de Futebol Society, no campo do Colégio.
Ajuda em SMOeste
Fundado no dia 28 de outubro de 1983, o Al-Anon é uma associação de parentes e amigos de alcoólicos e dependentes químicos que compartilham sua experiência, força e esperança, a fim de solucionar os problemas que têm em comum. Conforme membros, a família pode fazer muito para se ajudar, quer o alcoólico procure ajuda ou não. No Brasil, o Al-Anon existe desde 1965 e conta hoje com mais de 1,2 mil grupos. O propósito primordial do programa é dar compreensão e apoio a familiares e amigos.
Segundo os participantes, pode fazer parte do grupo qualquer pessoa cuja vida foi ou está sendo afetada pelo alcoolismo ou pela dependência química. O grupo de ajuda trabalha com o anonimato, sendo que tudo o que se diz durante os encontros é mantido em confidência.
Os membros ressaltam que durante as reuniões realizadas todas as sextas-feiras a partir das 20h, na cripta da Igreja Matriz São Miguel Arcanjo, são postas em prática mudanças para melhorar o dia a dia dos integrantes. Eles reforçam que a partir das experiências vividas e relatadas em grupo, o alcoolismo e a dependência química não têm a mesma dimensão.
Os membros do grupo explicam que o Al-Anon não é uma organização religiosa ou agência de aconselhamento. Não é um centro de tratamento nem está ligado a qualquer outra organização que ofereça esses serviços. Não são exigidas taxas, nem mensalidades. Ser membro é um ato voluntário, sendo requisito apenas que a vida de alguém tenha sido afetada pelo problema.
O crack, a droga mais consumida
Principalmente o baixo custo tem tornado o crack a droga mais consumida na região Extremo Oeste. Conforme o delegado da Central de Investigações de São Miguel do Oeste, Ricardo Newton Casagrande, hoje, a maioria das denúncias e apreensões de drogas na região são de crack.
Já o consumo, segundo o delegado, é bem generalizado, porém se concentra em classes mais baixas e em jovens de 15 a 30 anos. “Isso ocorre principalmente pelo custo do crack, que hoje é o mais baixo. Em razão do vício, muitos outros crimes são cometidos, principalmente por usuários de crack, que é uma droga que tem um alto poder de vício e o efeito é bem grande. Por isso, pessoas matam, roubam e furtam, fazem qualquer coisa para comprar a droga”, explica.
De acordo com Casagrande, existe uma preocupação com o tráfico e consumo na região, tanto que diversas operações são realizadas. “Não são só investigações da Polícia Civil, mas também da Polícia Federal, que tem um trabalho de repressão. Dessa forma, o tráfico continua, prende-se uma pessoa e outro continua o crime em outro lugar. Houve uma grande redução depois da Operação Acorda São Miguel, em 2007, mas as atuais apreensões mostram que o tráfico continua”, ressalta.
Porém, além da venda e consumo, a região também é um corredor do tráfico que vem de cidades do Paraguai e seguem para o Rio Grande do Sul ou o litoral. Já as drogas mais apreendidas hoje na região são o crack, a maconha e a cocaína, tanto no tráfico quanto no consumo.
Em entrevista anterior, o delegado José Airton Stang afirmou que com a Operação Acorda São Miguel, deflagrada em setembro de 2007, acreditava-se que o tráfico de drogas na região e no município iria ser controlado e a população teria mais tranquilidade por um bom período. No entanto, passados quase três anos, conforme o delegado, não foi isso que aconteceu. “Agora acabamos concluindo que na verdade surgiram novos traficantes, onde se abriu um novo mercado. Novos traficantes se instalaram aqui para lucrar, já que houve uma majoração no valor do ‘produto’ quando da retirada da ‘concorrência’, ou seja a prisão de outros traficantes. Isso é desalentador, porque há a sensação de que nós estamos ‘enxugando gelo’, porque o problema continua o mesmo e não só pela repressão, mas também como um problema antropológico e social. Desde a desestruturação familiar, as dificuldades de emprego e outras questões sociais atraem muitos jovens para esse mundo e a polícia não consegue, na repressão, mudar essa realidade. Mas isso não nos desencoraja, porque se não está bom assim, pior seria sem a ação da polícia”, revela Stang.
Apesar da incidência do tráfico em SMOeste, Stang destaca que o município ainda tem uma situação tranquila, quando comparada com outras cidades até menores. “Existem cidades bem menores do que SMOeste em que a situação tem maior gravidade. Jovens que ficam em praças consumindo drogas freneticamente e isso é desalentador. Em SMOeste ainda temos um controle sobre isso e com o apoio da Polícia Militar é possível coibir essa prática”, enaltece.
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