Drama familiar
Família comprovou o triste diagnóstico de que a menina Taina possui atrofia muscular espinhal, doença genética rara que não tem cura
Nesta semana, a família de Taina Letícia Gandolfi Giaretta, de um ano, procurou a equipe do jornal Folha do Oeste para relatar o drama vivido pela família e solicitar auxílio da comunidade de São Miguel do Oeste e região.
Prestes a completar um ano, a família de Taina comprovou o triste diagnóstico de que a menina possui atrofia muscular espinhal, doença genética rara que não tem cura. Taina é filha única do casal morador de Seara, mas que no momento reside em Concórdia para tratamento da filha, que está internada na CTI do hospital local.
De acordo com familiares, aos 15 dias de vida, a pequena Taina se mexeu, porém essa cena nunca mais foi vista. Aos dois meses de vida, a família notou algumas diferenças no desenvolvimento e comportamento da criança. Conforme relatos, ela era mais molinha que os demais bebês da mesma idade, não conseguia firmar a cabeça e não se movimentava.
Foram realizados exames de sangue, ressonância magnética e eletromiografia, mas nada foi identificado. Seu caso só foi diagnosticado após uma parada respiratória, quando ela precisou ser transferida para Concórdia.
Hoje, sua sobrevivência depende de um respirador permanente, cuidados médicos e de enfermagem, além de fisioterapia e alimentação especial. Segundo familiares, esses cuidados precisarão ser constantes, até o fim da vida dela.
De origem humilde, os pais necessitam dedicar tempo exclusivo à menina, e por esta razão solicitam a ajuda e a solidariedade da comunidade. Interessados em colaborar com a família podem fazer o depósito na conta 025617-X, na agência Cresol. O telefone para contato com a família é (49) 9914 1532.
A sobrevivência de Taina depende de um respirador permanente
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