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Defensor público do réu confesso pede desqualificação de dois crimes

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O defensor público, Rodrigo Saber, que representa o réu confesso, Lucas Gomes dos Santos, explanou algumas divergências entre acusação e defesa.

Lucas Gomes dos Santos, entrou no escritório da vítima, sem retirar o capacete e teria anunciado um "assalto" para as funcionárias do escritório e pedido para levá-lo ao "doutor". Quando Joacir Montagna se abaixou atrás da mesa de trabalho, Lucas atirou na cabeça da vítima.

O defensor público sustentou a tese que não há nenhuma prova que os irmãos tenham ligação com alguma associação criminosa, ou seja, que tenham se juntado para cometer algum outro delito a não ser o que está sendo julgado. Além disso, o réu Lucas Gomes dos Santos, teria recebido a motocicleta já adulterada para cometer o crime.

Por fim, o defensor público solicitou a desqualificação do crime de adulteração de sinal identificador de veículo automotor e associação criminosa.


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