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Comunidade aponta propostas para gestão de resíduos
Cerca de 200 pessoas participaram de cinco oficinas de trabalho realizadas no IFSC de São Miguel do Oeste, nesta sexta-feira, dia 27, para discutir ações que devem melhorar a gestão dos resíduos sólidos.
O Plano Municipal já foi aprovado e instituído por lei, mas sua aplicação efetiva depende do debate de estratégias e da aplicação destas, na prática, a partir da conscientização dos moradores, segundo explica a secretária de Planejamento, Marli da Rosa. "Tínhamos como objetivo provocar a comunidade para a discussão do assunto e, com certeza, a comunidade respondeu positivamente a este estímulo", afirma.
Das discusssões promovidas nas oficinas, que abordaram temas como a destinação correta de óleos, eletrônicos, móveis, lâmpadas, embalagens de agrotóxico, galhos de árvores e resíduos da construção civil, por exemplo, surgiram várias ideias. "Uma das propostas apresentadas se refere à destinação do óleo de cozinha. Foi sugerido que se colocasse pontos de coleta na cidade para evitar que esse óleo chegue à rede pluvial. Outra ideia seria usar estratégias para impedir que o lixo orgânico chegue à Acomar [Associação dos Coletores de Material Reciclável]. Precisamos trabalhar a conscientização para que as pessoas coloquem o lixo reciclável no chão e o orgânico dentro da lixeira a fim de facilitar a distinção na hora da coleta", pontua Marli.
Essas propostas e outras, como a que se refere ao estabelecimento de um cronograma de coleta de galhos nos bairros da cidade, devem ser reunidas em um relatório e posteriormente colocadas em prática. "A nossa organização é para trabalhar isso em 2016", confirma, ao destacar, ainda, que há pretensão de desenvolver uma ação voltada à coleta de móveis como sofá, cama, para que esses resíduos não sejam depositados em terrenos baldios ou misturados com galhos, por exemplo.
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