Chapa única tem como proposta recuperar os sócios do Clube Comercial

Está marcada para a próxima segunda-feira, dia 5, a eleição da nova diretoria do Clube Comercial de São Miguel do Oeste, que neste ano conta com a apresentação de uma chapa única, com novos membros, após 10 anos de mandato consecutivo do atual presidente, Arami Pivetta.

Está marcada para a próxima segunda-feira, dia 5, a eleição da nova diretoria do Clube Comercial de São Miguel do Oeste, que neste ano conta com a apresentação de uma chapa única, com novos membros, após 10 anos de mandato consecutivo do atual presidente, Arami Pivetta. A chapa é encabeçada por Eder Stocco, tendo como vice-presidente, Bartolomeu Roier, e participam do Conselho Fiscal: Altair Pannis, Josué de Toledo, Joel da Silveira, Anestor Fiorini e Carlos Schaise.  Os demais membros serão definidos após a posse da diretoria.
Conforme o candidato à presidência do clube, Eder Stocco, diante da atual situação financeira da associação, que vem passando por várias dificuldades nos últimos anos, um grupo de sócios se reuniu e decidiu formar uma chapa para tentar reestruturar o clube. Ele  destaca que a chapa tem como premissa resgatar alguns valores que foram esquecidos nos últimos anos, como o tradicional baile de debutantes e a ampliação do calendário de eventos durante o ano, já que, atualmente, possui somente seis datas, incluindo o Carnaval e baile do médico.
Com relação aos contratos acordados pela antiga diretoria, Stocco enfatiza que não tem conhecimento do conteúdo dessa documentação e junto com os demais membros e sócios deve decidir se as parcerias continuam ou não. “Hoje, não temos conhecimento da realidade financeira do Clube Comercial, sei de algumas dívidas de INSS, que chegam a R$ 65 mil, e para tanto vamos aguardar mais um Refinanciamento Fiscal para renegociar esse débito”, adianta.
Em entrevista ao Jornal Folha do Oeste, nesta semana, o atual presidente, Arami Pivetta, mencionou que a chamada de capital, aprovada na última assembléia do clube, não está sendo cumprida pela grande maioria dos sócios. Com referência a esse assunto, Stocco ressalta que não há como reverter essa decisão. “Eu, particularmente, sou contra, mas várias pessoas já pagaram e o clube não tem condições de devolver para quem já pagou. Infelizmente, a chamada de capital hoje é um mal necessário do clube”, salienta. Outra proposta é a alteração do estatuto da associação, como definir apenas uma reeleição de mandato. Quanto às reformas na atual estrutura, ele reafirmou que precisa estar a par do conteúdo do contrato para decidir o que poderão fazer com relação a isso. Para finalizar, Stocco enfatiza que no início não será fácil, mas não é impossível reverter essa situação. “Se valorizarmos os sócios, sem privilegiar um ou outro, ele vai voltar a ter prazer de frequentar o clube”, conclui.

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