Vereadores solicitam acesso ao tratamento precoce
Os vereadores Marli da Rosa (PSD), José Xavier (PSD), Vanirto Conrad (PDT), Vagner Passos (PSL), Ravier Centenaro (PSD), Elói Bortolotti (PSD), Moacir Fiorini (MDB) e Carlos Agostini (MDB) apresentaram uma indicação solicitando à Administração Municipal que tenha um ponto de referência para as pessoas que buscam pela prescrição da medicação que faz parte do tratamento precoce da Covid-19, e que queiram fazer uso deste fármaco com base no exame positivo ou nos sintomas da doença.
"Ainda que não haja comprovação científica, medicamentos têm sido usados como tratamento precoce de pacientes diagnosticados com a Covid-19 por alguns profissionais da saúde. Muitos desses profissionais acreditam que é questão de tempo para que haja evidência científica sobre uso da ivermectina, cloroquina e azitromicina no combate à Covid-19. Entretanto, não é possível esperar que esses estudos fiquem prontos para que os medicamentos comecem a ser usados, pois se trata de uma questão urgente", justificam os autores.
Os vereadores ainda afirmam que a sugestão visa minimizar a replicação viral, e tem por objetivo impedir que a doença progrida para fases mais graves. A indicação será enviada ao prefeito e à secretária municipal de Saúde.
KIT COVID
Valnir Scharnoski (Nini - PL) apresentou moção solicitando ao prefeito e ao Comitê de Crise do Coronavírus que incorporem ao SUS o atendimento precoce (Kit-Covid) aos casos suspeitos de contaminação pelo novo coronavírus. O vereador justifica que "há centenas de pessoas que aos primeiros sintomas [de Covid-19] fizeram tratamento precoce e não precisaram ir ao hospital". Ele afirma ainda que "quanto menos pessoas na fila esperando uma vaga na UTI, melhor". Por fim, sugere incorporar ao SUS tratamento precoce com hidroxicloroquina, ivermectina e azitromicina. A moção foi aprovada por maioria, com abstenção de Paulo Drumm.
INSALUBRIDADE
Vagner Passos (PSL) solicita a realização de nova avaliação para confecção de novo laudo de insalubridade para os profissionais de saúde do Município de São Miguel do Oeste. O vereador justifica que estes profissionais estão na linha de frente de combate e tratamento de pacientes com Covid-19; que estão com esgotamento físico e psicológico, e que há diversos casos de contaminações de trabalhadores da saúde pelo novo coronavírus.
"Sabemos que o adicional de insalubridade não cobre o dano que o trabalhador venha suportar em caso de contaminação ou infecção, mas compensa e ameniza um possível dano. Por isso solicito que seja realizada uma nova avaliação para confecção de novo laudo para que os profissionais de saúde de nosso Município recebam o pagamento do adicional de insalubridade em grau máximo, principalmente no período em que nosso município, região e estado vivem", ressalta o vereador. O pedido será enviado ao prefeito.
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