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Vacinação contra a pólio encerra nesta sexta-feira
Na regional de SMOeste, a imunização atingiu 81% das crianças
A segunda etapa da campanha de vacinação contra a poliomielite garantiu a imunização de 86,29% das crianças com até cinco anos de idade, em Santa Catarina, até este domingo, dia 20. O percentual representa 369.797 crianças vacinadas das 427.797 incluídas nesta faixa etária. Percentualmente, o Estado ficou atrás apenas do Amapá em abrangência da campanha. Apesar do resultado, acima das expectativas, a vacina continuará sendo oferecida, ao longo da semana, nos postos de saúde. Na regional de Saúde de São Miguel do Oeste, a imunização atingiu 81% das crianças até o último sábado, dia 19. "Esta proteção é um direito das crianças, e os pais ou responsáveis têm a obrigação de conduzi-las a um posto de vacinação", alerta a gerente de imunização da Diretoria de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado da Saúde, Leonor Proença. No Brasil, a meta era vacinar 14,7 milhões de menores de cinco anos. Até às 17h de sábado, o balanço parcial do Ministério da Saúde indicava que mais de 9,5 milhões de crianças haviam tomado a vacina, o que representa uma cobertura de 61,5% da população-alvo. A poliomielite é uma infecção grave. Na maioria das vezes, a criança não morre quando é infectada, mas adquire sérias lesões que afetam o sistema nervoso. As consequências mais comuns ocorrem nos membros inferiores, mas o vírus também pode ocasionar uma lesão mais grave em um ou mais membros ou até mesmo levar à morte, por meio de uma tetraparalisia. A pessoa infectada pode transmitir a doença pelas fezes que, em contato com o ambiente, atingem quem não foi devidamente imunizado. Como o vírus é muito leve, ele pode ser levado pelo ar, entrar em contato com o alimento, com os brinquedos ou atingir a criança por via oral ou pela ingestão de água contaminada. Em ambientes com más condições de saneamento básico, o vírus pode contaminar a água, o solo e o meio ambiente de forma geral. A vacina contra a poliomelite é oferecida pelo Sistema Único de Saúde, por meio do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde. Além da distribuição nas duas etapas da campanha, ela fica disponível nos postos de saúde durante todo o ano. As crianças devem receber a vacina aos dois, quatro e seis meses. Aos 15 meses, as crianças recebem o primeiro reforço. Mesmo depois dessa etapa é importante que, até completar cinco anos, elas tomem anualmente as duas doses distribuídas na Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomelite. Esses reforços acontecem porque a doença é transmitida por três tipos de vírus. Se a criança não desenvolveu imunidade com relação a um deles, com as várias doses ela tem oportunidade de se proteger.
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