Translado dos corpos de catarinenses é adiado
Os corpos do três catarinenses mortos na Argentina em dezembro ainda não foram liberados pelas autoridades argentinas. Familiares dos irmãos Sérgio e Ademir Luft e do cunhado deles, Raimundo Clem, for
Os corpos do três catarinenses mortos na Argentina em dezembro ainda não foram liberados pelas autoridades argentinas. Familiares dos irmãos Sérgio e Ademir Luft e do cunhado deles, Raimundo Clem, foram ao país vizinho buscar os corpos na última quinta-feira, dia 29, mas retornaram sem nada.
A família tinha a informação de que os corpos estavam liberados. Mas ao chegar à cidade de Oberá, distante 300 quilômetros da fronteira com Dionísio Cerqueira, soube que o exame de DNA encaminhado à Buenos Aires não tinha retornado. O departamento de Justiça de Oberá não fornecerá a certidão de óbito dos mortos sem ter certeza da identificação.
Até o fechamento desta edição os corpos ainda não haviam sido liberados.
Os três, residentes em Itapiranga, foram à Argentina para caçar e pescar no dia 26 de dezembro e foram encontrados mortos no início deste ano. A Polícia investiga o possível envolvimento de brasileiros no crime, mas até o momento ninguém foi preso.
A prática da caça, pesca e extração de madeira no território argentino é proibida e a fiscalização não é suficiente em uma fronteira tão grande. \"Sempre é feita essa fiscalização para se evitar tais ações, e a polícia argentina também realiza operações para coibir essa prática, mas a fronteira é muito grande, dificultando bastante difícil esse controle. Na parte argentina é uma reserva florestal, sem nenhuma cidade próxima e isso dificulta ainda mais essa fiscalização\", enalteceu.
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