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Supermercadistas esperam aumento de 8% nas vendas de 2009
No último ano o crescimento foi de 9,96%
As vendas dos supermercados catarinenses alcançaram em 2008 seu melhor resultado nos últimos sete anos. Cresceram 9,96% entre janeiro e dezembro de 2008 em se comparando com o mesmo período de 2007. O resultado nominal do período foi de 16,33%, elevando o faturamento bruto anual do segmento em Santa Catarina para cerca de R$ 8,6 bilhões. Os dados foram apurados pela Acats (Associação Catarinense de Supermercados) através de uma pesquisa da WB Telecom com 50 empresas do segmento em Santa Catarina, de todos os tamanhos e em todas as regiões..
Conforme o presidente da Acats, Adriano Manoel dos Santos, este resultado se deve a um conjunto de aspectos favoráveis ao segmento supermercadista catarinense, mesmo com a ocorrência da crise financeira internacional. \"O supermercado é o principal canal de abastecimento da população para itens de alimentação, limpeza e higiene, e as empresas estão se modernizando e ampliando seu raio de atuação. O fato de termos um alto índice concorrencial faz com que com o segmento se torne mais competitivo e consiga crescer mais diante de outros canais de compras\", enfatiza.
Um outro argumento captado entre os empresários do setor é que até mesmo a crise que atinge segmentos que atuam com bens de consumo de alto valor agregado acaba ajudando o varejo. \"A restrição ao crédito para o investimento atinge bens de maior valor agregado. Inibindo gastos nesta direção, isso faz com que o consumidor acabe optando por itens mais sofisticados na sua cesta de compras. Costumamos dizer que a alimentação é o último setor a sentir efeitos da crise\", diz Adriano.
OTIMISMO
Conforme a pesquisa encomendada pela Acats, a crise não chegou em 2008, e para os empresários catarinenses do varejo supermercadista, em 2009 também não chegará. Para 76% dos empresários ouvidos na pesquisa, o resultado de 2009 será superior a 2008, na média em 8%. Dos entrevistados, 10% acham que as vendas irão cair em 2009, cerca de 6%, enquanto 14% dos empresários apostam que 2009 vai igualar 2008.
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