Sindicalista Joel de Moura é reeleito
Joel de Moura que também preside o Sindicato dos Trabalhadores Rurais de SMOeste foi conduzido para mais um mandato frente a Associação dos Sindicatos Três Fronteiras
Na semana passada foi realizada a eleição para a nova diretoria da Associação dos Sindicatos Três Fronteiras e o sindicalista Joel de Moura, que preside o Sindicato dos Trabalhadores Rurais de São Miguel do Oeste, foi conduzido para mais um mandato frente à entidade regional. A nova diretoria (chapa de consenso), composta por 18 membros, foi eleita por unanimidade para um mandato de mais dois anos. A posse será na próxima terça-feira, dia 13, em São Miguel do Oeste.
Joel de Moura relatou que a Associação Três Fronteiras foi criada em meados dos anos 80 para ser o elo entre sindicatos, Fetaesc e Contag, e desde então vem desempenhando um papel fundamental, pois também é a primeira associação do gênero criada em Santa Catarina. “Hoje, são um total de 18 associações no Estado. Elas representam uma força política maior de reivindicações, pois levantam-se as necessidades dos agricultores nos sindicatos e estas são levadas à Fetaesc e Contag. A criação do Pronaf, renegociação das dívidas e habitação rural são algumas das bandeiras conquistadas através de esforços com participação da associação, além do código florestal catarinense”, exemplificou.
Até o final deste ano, Moura relata que a Associação Três Fronteiras estará defendendo duas bandeiras. Uma é a retirada dos juros do crédito fundiário junto aos governos Estadual e Federal, além da cadeia produtiva do leite. Para ele, no momento em que for aplicado o novo código ambiental, muitas propriedades vão ter problemas e poderão fechar, pois o agricultor não terá espaço para expandir a atividade. “Vamos discutir uma política pública de garantia de renda para estas famílias, pois se corre o risco de acontecer o mesmo que aconteceu com a suinocultura e avicultura. A média de área das propriedades é de 10 a 12 hectares, e com a aplicação do código ficará quase impossível a manutenção da atividade. Precisamos mobilizar a sociedade e os políticos para pensar numa alternativa para os agricultores ou garantia de renda. Também não esqueceremos a habitação rural”, finalizou o sindicalista.
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