Seminário discute atuação das secretarias de Desenvolvimento

Encontro aconteceu durante dois dias em São Miguel do Oeste

Encerrou quarta-feira, em São Miguel do Oeste, o 1º Ciclo de Seminários de Desenvolvimento Regional, promovido pela Secretaria de Estado do Planejamento. Durante dois dias, colaboradores vinculados ao gabinete de secretários, gerências administrativas e ouvidores ligados às secretarias de Desenvolvimento Regional de São Miguel do Oeste, São Lourenço do Oeste, Maravilha, Dionísio Cerqueira, Itapiranga e Quilombo, participaram do evento realizado no auditório da Unoesc.

Um dos palestrantes do seminário, o diretor de gestão da descentralização da Secretaria de Estado do Planejamento, Túlio Tavares, disse que o Estado está vivendo um processo novo de administração pública, que já completou sete anos e agora é feita uma avaliação disso. "O governador Luiz Henrique criou as secretarias de Desenvolvimento Regional e seus conselhos, aproximando o governo das regiões mais distantes. É um processo cultural que está modificando o comportamento das pessoas ao longo do tempo. Nós estamos avaliando este processo junto aos funcionários das secretarias, procurando inovar e fortalecer a descentralização", explica.

Tavares afirma que o objetivo é cada vez mais trazer o poder de decisão para as regionais. Ele relata que a meta é aprimorar a descentralização, através de um diagnóstico do que se conseguiu ao longo destes sete anos. Questionado sobre as inúmeras viagens de prefeitos a Florianópolis, Tavares disse que eles têm toda liberdade de se deslocar até a capital. "Eles podem conversar com seus deputados e demais autoridades, expondo suas situações, mas o governo descentralizado foi criado com o objetivo de evitar que o prefeito, por qualquer motivo, tenha que ir à capital buscar recursos ou decidir alguma coisa ligada ao seu município. Todas as solicitações feitas pelos prefeitos, obrigatoriamente devem passar pelo Conselho de Desenvolvimento Regional. O governador foi muito claro numa reunião com todos os secretários setoriais que ficam na capital ao dizer que o projeto que não passar pelo conselho não será autorizado e não terá recursos. O poder de decisão está nos conselhos", reitera Tavares.

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