Quedas e fraturas: um risco para os idosos

Quedas e fraturas: um risco para os idosos
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Mais de 10% da população catarinense têm, hoje, mais de 60 anos

Nesta semana, a Secretaria de Estado de Saúde divulgou que Santa Catarina é o estado brasileiro com melhor índice de longevidade. Catarinenses vivem em média, 75,5 anos. Mais de 10% da população de SC têm, hoje, mais de 60 anos de idade, o que representa 605 mil pessoas. A expectativa é de que, em 2025, o percentual de idosos se eleve para 14% da população, o que exige cada vez mais iniciativas voltadas a este público. Para isso, a secretaria aponta os cuidados a serem tomados pelas pessoas com mais idade, para evitarem quedas e tombos.

A partir dos 60 anos, a saúde física e a saúde mental tornam-se mais suscetíveis aos danos de um, aparentemente, simples tombo. Em 2009, 120 idosos morreram em Santa Catarina em decorrência de quedas e fraturas. Também no ano passado, a fratura do fêmur (osso da coxa) provocou a morte de 75 pessoas nessa faixa etária. Em relação a 2005, o aumento no número de acidentes do gênero foi de 60%. Além de escadas e pisos escorregadios, vários outros fatores contribuem com a alta incidência de acidentes domésticos envolvendo idosos, como deficiências visuais, problemas de audição, tonturas, uso de medicamentos que causam sono e a falta de atenção. A Secretaria de Saúde, por meio do programa de Atenção Básica ?Saúde do Idoso?, orienta as pessoas com 60 anos ou mais para que: evitem deixar tapetes ou carpetes soltos em superfícies lisas; usem calçados baixos e com pisos antiderrapantes; iluminem o ambiente de casa e organizem os móveis; reforcem o cuidado no acesso às calçadas e ao embarcar em ônibus.
 
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