Presidente do Grupo Amigo Bicho visita ONGs no litoral

Presidente do Grupo Amigo Bicho visita ONGs no litoral
Assessoria Amigo Bicho

 No dia 1º de agosto, grupo Amigo Bicho completou um ano de atividades voluntárias. A cada semana são constatados cada vez problemas mais graves de maus tratos. Em busca de novas ideias para evoluir melhorar as ações do grupo, a presidente Carina Freitas Vizzotto, viajou para conhecer a Coobea ? Coordenadoria do bem estar animal de Florianópolis ? SC e o Abrigo Animal de Joinville.

Carina conta que a Coobea faz um trabalho maravilhoso mantido pela prefeitura. ?A prefeitura de Florianópolis transformou a popular carrocinha que recolhia os animais e os levava pra o sacrifício, em carrocinha da paz. Eles buscam solucionar o problema dos animais abandonados com castrações, conscientização e adoção. O centro serve para recuperação de animais machucados, conta com três veterinários que atendem diariamente e tem como principal objetivo a castração de todos os animais, tenham eles donos ou não?, lembra.
A coordenadora do Coobeam Maria da Graça (foto), explicou que durante 12 anos brigava por esse centro, que apóia também outras ONGs existentes no município, e que, os prefeitos sempre arquivavam e não viam importância nesse  trabalho. ?Mas eles conseguiram, e o centro é um sonho para qualquer protetora. Lá as pessoas que maltratam animais não ficam impunes, qualquer um dos itens existentes na Lei que protege os animais é colocado em prática e os infratores pagam multas, detenção ou trabalho voluntário, dependendo do caso. A partir de agora vamos exigir mais das autoridades e as pessoas que infringirem a lei vão pagar por isso?, salienta.
Já o centro de Joinville recebe ajuda mensal da prefeitura e o restante do valor provém de doações. ?As pessoas que trabalham lá fazem tudo voluntariamente, ou seja, não tem salário, assim como nós. A maior dificuldade que eles enfrentam é que o local que deveria servir só para atendimentos veterinários e hospedagem temporária de cães em recuperação virou um depósito, com mais de 800 animais abrigados. Isso mostra e comprova nossa ideia de não montarmos um abrigo em São Miguel do Oeste, mas sim, trabalhar com a conscientização e castrações?, declara.
O Grupo Amigo Bicho não recebe ajuda financeira de nenhum órgão municipal ou estadual. Sobrevive de doações, eventos, venda de roupas usadas e de produtos personalizados. ?É imprescindível que a população ajude a ONG na luta por um centro de zoonose. Se tivermos um local para atendimento, com a disposição de um veterinário, mantidos pelo município, podemos triplicar os atendimentos e investir em campanhas e palestras para conscientizar a população sobre a importância da adoção consciente e sobre as necessidades dos animais?. Para finalizar Carina destaca: ?não adote um animal se você não tem condições de oferecer atendimento veterinário, vacinas, alimentação e espaço físico adequados. Eles não são objetos, sentem dor, frio, fome e medo, sem esquecer, que os casos de maus tratos estão sendo denunciados e os donos podem sofrer os rigores da lei?, completa.
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