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Possível renúncia no Legislativo gera debate em SMOeste
Presidência da Câmara de Vereadores pode sofrer alterações e gera debates calorosos nesta terça-feira
Aconteceu, durante a tarde de hoje, dia 4, na Câmara de Vereadores, duas coletivas de imprensa. A primeira com o vereador Vagner Rodrigues dos Passos. Na oportunidade ele explicou a questão da presidência da Câmara, que anda em aberto. "A gente tinha um acordo de cavalheirismo, um acordo de campanha, há três anos atrás nós acordamos que ele ficaria um ano e eu ficaria outro ano na Câmara a gente dividiria os dois anos", afirma. Ele explica que recusou sua parte do acordo por ter muito trabalhos e compromissos. "Eu não consigo estar na câmara de vereadores todas as manhãs todas as tardes e todas as noites como tem que ser um presidente", diz. Vagner também afirma que o vereador Everaldo Di Berti continuará na presidência por enquanto, e que talvez, no final do ano, se abrir a votação para o cargo e ele tiver os votos necessários, assumiria a presidência da Câmara de Vereadores.
Quando perguntado sobre como ficará a situação, e como seria resolvida a questão na segunda metade do ano, se por meio de seleção, o vereador afirma que é natural que todos os vereadores ou a maioria quer ser presidente, então cada um vai brigar pelo seu espaço. "Então quem tem três ou quatro votos já declarados sem uma campanha eleitoral, está muito bem encaminhado, e é que eu tinha (...) Então eu conto com isso. Em março os vereadores poderão trocar de partido sem perder o mandato, o que pode abrir oportunidade para uma nova disputa da câmara. O que eu quero é fazer o processo [tomar posse como presidente da câmara] lá para frente". Porém o vereador também afirma que pode acontecer no próximo mês venha a se exonerar do cargo.
Everaldo, durante a sua coletiva de imprensa defende que acordo é acordo. "Eu cumpri a minha parte (...) com essa desistência, vamos ter que fazer uma reflexão", garante. Em seguida ele afirma que vai pedir durante a sessão na câmara de vereadores - que acontece hoje dia 4 às 19h) - um prazo de cerca de 10 dias para pensar na sua agenda e em que atitude tomar, mas que, por fim, segue a possibilidade de renúncia "Eu não posso, do nada, simplesmente voltar atrás". Everaldo chama a atenção para o fato de que o cargo faz parte segundo maior poder da cidade, o Legislativo, e, portanto, exige responsabilidade.
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