Extremo Oeste define prioridades regionais durante plenária da Facisc com participação da Acismo |
Pesquisa aponta que 73,3% da população quer manter nove vereadores
Resultado foi divulgado durante entrevista coletiva na sexta-feira (18)
O Poder Legislativo de São Miguel do Oeste divulgou na manhã da última sexta-feira (18), em um coletiva com a imprensa, o resultado de uma pesquisa encomendada para saber a posição da população migueloestina sobre a possibilidade de o município aumentar de nove para 11 ou 13 o número de vereadores. Ao todo, foram ouvidas 1.598 pessoas, sendo 1.460 no centro e bairros e 138 pessoas no interior. A pesquisa foi concluída no último sábado, dia 12. De acordo com os responsáveis pela pesquisa, a confiança da mesma é de 95%. Deste total de entrevistados, 73,3% querem que o município mantenha as nove cadeiras no Poder Legislativo. Um total de 9,8% opinou que o número deveria ser de 11 vereadores e 8,2% quer 13 vereadores. Ao todo, 8,6% dos entrevistados disse que tanto faz.
O presidente do Legislativo, Flávio Ramos (PMDB), lembrou que, no final de 2011, um requerimento de sua autoria tratou sobre essa questão. “Pensamos num plebiscito, mas os custos seriam elevados e uma audiência pública limitaria a participação popular. A pesquisa foi a alternativa mais viável”, explicou.
Ramos destacou que foi uma pesquisa bem elaborada, com a missão de captar a vontade da população e o Poder Legislativo de São Miguel do Oeste é um exemplo nacional. Como o prazo para determinar o número de vereadores para a próxima legislatura expira em 30 de junho, o vereador assinala que haverá uma modificação na lei orgânica e na próxima semana será feito um projeto de lei, para ser votado até 15 de junho.
“A legislatura de 2013 a 2016 terá nove vereadores e não tenho dúvida que haverá unanimidade na aprovação deste projeto. Esta decisão não valerá para sempre. Os próximos vereadores, que assumirão em 1º de janeiro, poderão fixar um número diferente deste definido agora”, reitera.
O vereador Airton Fávero (PMDB) disse que seria muito fácil a Câmara tomar uma decisão num acordo entre os vereadores, mas não é desta forma que a população quer a condução do processo. “Queremos a manifestação da sociedade, pois a democracia é ouvir a população e atender aos seus anseios. Foi uma decisão acertada e talvez o resultado não tenha agradado a todos, mas partiu do povo”, reforçou.
Cinco vereadores participaram da coletiva ontem pela manhã
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