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Pais enfrentam o desafio de escolher o material escolar
Quando as férias acabam, voltar à rotina escolar não é uma das tarefas mais fáceis. Do que uma criança precisa, afinal, para ir à escola? Excetuando-se singularidades pedidas na lista de materiais, os produtos mais comuns são: cadernos, lápis, borracha, canetas, lápis de cor, cola, tesoura e régua.
A proprietária da Markar Papelaria e Bazar, Mara Fries, dá dicas de como economizar na hora da compra. "Antes de sair às compras, os pais podem verificar os materiais do ano ou semestre anterior para saber o que se pode reaproveitar", destaca.
Diante da preocupação com as mudanças nos preços, algumas famílias garantem a compra do material escolar assim que o ano se inicia. "Quando o consumidor antecipa as compras, ele pode comparar preços e também possuem mais tempo para escolher os materiais, o que resulta em economia", destaca a empresária Ana Paula Stanga, proprietária da Papelaria e Bazar Arco Íris.
A mãe Nelvi Kretschmer, levou a filha, Eduarda, para escolher os materiais escolares. De acordo com ela, a busca é pela qualidade e preço justo. "Faço sempre uma pesquisa de preço, mas analiso a qualidade do material, visto que ele dura o ano todo", comenta.
De acordo com a coordenadora do Procon de São Miguel do Oeste, Lucíola Fabrete Lopes Nerilo, a escola pode ser questionada ao cobrar em sua lista de material escolar itens de uso coletivo, como papel para provas, avisos internos, material para atividades de laboratório, biblioteca, material de higiene e limpeza ou taxas para despesas de água, luz e telefone. "Algumas escolas exigem que o material escolar seja comprado no próprio estabelecimento. Esta é uma prática abusiva, pois é obrigação da escola fornecer as listas de material escolar aos alunos, a fim de que os pais ou responsáveis possam pesquisar preços e escolher o local em que irão adquirir os produtos", destaca.
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