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Obra do galpão da Acomar sai do papel
"O espaço é pequeno para tantos materiais. Por isso a construção desse novo galpão vai melhorar e muito nossa vida e nosso trabalho", comenta a presidente da Associação de Coletores de Materiais Recicláveis (Acomar), Justina Pereira da Luz.
Após anos de reivindicações, a obra finalmente está saindo do papel.
A construção de um novo espaço suprirá as necessidades para a realização do trabalho e separação dos materiais.
O novo espaço deve conter 500m² e o total da obra é de R$ 250 mil oriundos da União e R$ 76 mil em contrapartida do município. O prazo para conclusão do galpão é de 90 dias.
Conforme a secretária de Planejamento, Marli da Rosa, ao assumir a secretaria o projeto estava parado devido a falta de documentação e também alguns procedimentos de cadastramento. "Eu peguei o projeto e fui atrás do que faltava. Entendi que o projeto é nosso, porque o lixo e os materiais somos todos nós que produzimos", explica.
Conforme a presidente da Associação, a quantidade de materiais que chegam até a Acomar é grande. "Além do município, recebemos materiais de cidades vizinhas, então é uma grande quantidade de materiais para armazenar e separar", explica Justina.
Hoje, cerca de 17 famílias trabalham no barracão da Acomar, na separação de materiais recicláveis, nos turnos matutino e vespertino. O galpão está localizado próximo à Vila Nova, em São Miguel do Oeste.
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