AEDES AEGYPTI

Número de focos já é preocupante em SMOeste

Número de focos já é preocupante em SMOeste
Folha do Oeste

Sai ano, entra ano, e o problema com a infestação do mosquito Aedes Aegypti, transmissor da dengue, febre chikungunya e zika vírus, em São Miguel do Oeste permanece. Para o coordenador do Programa de Combate à Dengue no município, Célio Silva, está faltando conscientização e colaboração da população. Segundo ele, somente neste ano já foram identificados 52 focos do mosquito, um número realmente alto e muito preocupante por ser apenas a segunda semana do ano. Silva destaca que na primeira semana foram registrados 22 focos, e na segunda o número já aumentou para 30.

O cenário é de alerta, pois caso se identifique um paciente com a doença no município, o risco de epidemia de dengue é grande pelo número de mosquitos que se tem hoje na cidade, e com o calor a chance de proliferação é ainda maior. O coordenador lembra que os focos foram encontrados em armadilhas, e eles estão espalhados por todo município. Dos 52 registrados, sete foram identificados no bairro Agostini, quatro no Andreatta, 10 no centro, oito no Estrela, um no Jardim Peperi, três no Progresso, quatro no Santa Rita, dois no São Gotardo, três no São Sebastião, quatro no Salete, dois no Sagrado Coração de Jesus e quatro no São Luiz.

A população também tem armazenado água de forma incorreta, o que é um fator agravante para o aumento de focos do mosquito. Conforme Silva, os moradores não estão adotando os cuidados necessários e estão deixando os vasilhames abertos, o que está facilitando a criação de larvas. "Temos uma equipe de difícil acesso, que leva telas e veda caixas de água. Mas a população não colabora. Depois que colocamos a tela, o morador vai pegar água, tira a tela e deixa a caixa descoberta. Então, precisamos mais atenção e colaboração da comunidade. Todos precisam ajudar no combate ao mosquito", reforça.

A equipe segue vistoriando as residências, orientando e notificando os moradores quando encontradas situações de risco. "A equipe está deixando o termo, voltando na data estipulada, e se o problema não for resolvido, o morador é multado", cita. Mesmo com o trabalho dos agentes, a população precisa ajudar, recolher e eliminar todo recipiente que possa acumular água, pois os profissionais alertam, mas, quem precisa eliminar os lixos é o morador. "O trabalho precisa ser feito em parceria entre moradores e a Secretaria de Saúde. Além disso, o pedido é que a população receba bem o agente em suas residências e estabelecimentos, pois este profissional só está fazendo o seu trabalho de orientar", acrescenta o coordenador Célio Silva.


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