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Mais de 100 pessoas aguardam por vagas em creche
Considerando que todos os munícipes pagam impostos, todos deveriam ter vagas nas creches, porém o poder público não consegue atender a todos. A afirmação é da secretária de Educação de São Miguel do Oeste, Silvia Kuhn. De acordo com ela, esta é uma dificuldade que o poder público enfrenta, pois todos gostariam de ver seus filhos na creche, contudo a secretaria precisa respeitar os critérios estabelecidos no edital de matrículas. "Primeiramente precisamos atender àquelas crianças que já estão cadastradas no Bolsa Família, ou seja, já está comprovado que esta criança está em uma situação de carência. Em segundo lugar, são contempladas as mães que trabalham fora, e dentre os inscritos em cada creche é sempre necessário considerar o fator financeiro", relata.
Silvia destaca que ainda há mais de 100 crianças na fila de espera. "Estamos agindo com cautela. No entanto, em algumas creches ainda temos vagas, por isso é importante que aquele pai ou mãe que ainda não conseguiu efetivar a matrícula do seu filho se dirija àquela unidade onde fez a inscrição, porque os diretores já estão orientados para que, no caso de não haver vaga naquela escola, entre em contato com a creche mais próxima, para facilitar a vida do pai e da mãe", orienta.
A secretária salienta, ainda, que o governo de SMOeste está empenhado, junto com a Assessoria Jurídica, para regularizar um terreno na área central do município no sentido de poder cadastrar mais uma creche do Pró-Infância. Entre os investimentos previstos, a profissional ressalta que em breve será licitado o projeto de ampliação da Creche Mundo Mágico, no São Gotardo. No local, devem ser investidos em torno de R$ 400 mil. "Também ocorreu no ano passado uma licitação de ampliação da Creche Tio Patinhas no São Jorge, mas, dentre os concorrentes, um deles se sentiu lesado e entrou na Justiça e então o processo parou", relata.
NOVA LEGISLAÇÃO
Com a nova legislação, crianças que completam quatro anos até junho devem seguir para a pré-escola. Antes eles ficavam até pelo menos os quatro anos completos. Com isso, aumentaram as vagas para os berçários, que atendem a crianças a partir dos seis meses. Porém, para o berçário, o número de crianças por sala é bem menor.
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