INVESTIGAÇÃO

Luciano Hang é um dos investigados da PF

Luciano Hang é um dos investigados da PF
Divulgalção

A Polícia Federal cumpre hoje, dia 27, 29 mandados de busca e apreensão no chamado "inquérito das fake news", aberto no ano passado para apurar ofensas e ataques a ministros do Supremo Tribunal Federal. Entre os alvos estão o presidente nacional do PTB, o ex-deputado Roberto Jefferson, empresários como Luciano Hang, das Lojas Havan, a ativista bolsonarista Sarah Winter, o blogueiro Allan dos Santos, do site Terça Livre, e o humorista Rey Bianchi. Todos eles se manifestaram em suas redes sociais repudiando as buscas em seus endereços.

Hang divulgou nota em que confirma a apreensão de seu computador e de seu celular e disse nunca ter atentado contra o STF ou seus ministros. "Nada tenho a esconder, haja vista que o que eu falo está nas minhas redes sociais, é de conhecimento público. Meu computador pessoal e inclusive meu celular foram disponibilizados para perícia, o que ficará comprovado no decorrer do inquérito". Em um vídeo para suas redes sociais, o empresário disse que está tranquilo e que espera que tudo seja esclarecido.  O site Terça Livre disse que celulares e computadores de Allan dos Santos foram apreendidos e classificou a ação como "intimidação". No ano passado, o jornalista chegou a depor na CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) sobre fake news, quando negou que divulgue informações falsas ou que seja financiado para tal. 
Segundo Jefferson, que publicou no Twitter trechos do mandado de busca, Moraes determinou a apreensão de seus telefones e de suas armas. Ele considerou a ordem uma tentativa de censura. "Atitude soez, covarde, canalha e intimidatória, determinada pelo mais desqualificado Ministro da Corte. Não calarei", escreveu o ex-deputado. Em 9 de maio, Jefferson publicou uma foto segurando um fuzil e dizia se preparar para o combate "contra o comunismo, contra a ditadura, contra a tirania, contra os traidores, contra os vendilhões da Pátria". Em outra publicação, ele sugeriu ao presidente Jair Bolsonaro que demitisse e substituísse os 11 ministros do Supremo.
A ativista Sarah Winter também confirmou apreensão de celular e computador. "Moraes, seu covarde, você não vai me calar!! Meus advogados já chegaram, vamos pra cima! O Brasil não será uma ditadura. Hoje, Alexandre de Moraes comprovou que está a serviço de uma ditadura do judiciário", escreveu ela. 

Fonte: Agência Brasil 

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