Justiça decreta prisão preventiva de vereadores

A pedido do Ministério Público de Santa Catarina, o Judiciário decretou a prisão preventiva de quatro das cinco pessoas presas temporariamente no dia 14 de outubro, na Operação Parlamento, realizada em Maravilha pela Força-Tarefa de combate ao crime organizado. A decisão pela prisão preventiva foi do juiz de Direito Solon Bittencourt Depaoli, ao acolher a denúncia (proposta de ação criminal) ajuizada pelo MP no dia 21 de outubro.

Com essa decisão, tem início o processo-crime referente ao caso. Foram denunciadas sete pessoas e quatro delas estão presas. As prisões preventivas foram baseadas na garantia da ordem pública e econômica e na conveniência da instrução criminal, conforme os promotores.
O Ministério Público acusa o grupo de concussão e corrupção passiva, lavagem e ocultação de dinheiro, e formação de quadrilha. A investigação iniciou há três meses e apurou a exigência de pagamentos indevidos para aprovação de pré-projetos de loteamentos e de outros procedimentos que são submetidos à apreciação da Câmara de Vereadores.
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