SMOESTE

Integrantes de movimento debatem o retorno das aulas

Integrantes de movimento debatem o retorno das aulas
Folha do Oeste

Na tarde desta terça-feira, dia 20, representantes do Movimento Pais Pela Educação SMO estiveram reunidos com a Administração Municipal de São Miguel do Oeste e com a secretária Municipal de Educação, para debater sobre o retorno das aulas e relatar a preocupação do grupo formado por mais de 200 pais de estudantes de escolas públicas e privadas.  

De acordo com a integrante do Movimento Pais Pela Educação, Jocieli Scariot, a administração recebeu o grupo e ouviu os argumentos do Movimento, se comprometendo ao retorno das aulas, tão logo permitido pelo Governo do Estado. A administração manifestou que também entende que a educação é serviço público essencial e por isso não deveria estar condicionada ao mapa de risco.

Conforme a integrante do Movimento, a administração ainda se comprometeu em enviar um ofício ao Governo do Estado colocando a situação e pedindo a possibilidade de se avaliar a educação como um serviço público essencial, encaminhando o manifesto do grupo e as pesquisas cientificas que foram anexadas ao manifesto. Além disso, o material deve ser entregue para a Ameosc (Associação dos Municípios do Extremo Oeste de Santa Catarina), frisando que a administração entende assim como o movimento, na possibilidade de um retorno seguro, de forma híbrida e respeitando a vontade dos pais.

Jocieli cita que a secretária de Educação informou que o Município enviará ainda nesta terça-feira ao Estado, o Plano de Contingencia de SMOeste para o retorno presencial. Para ela, foi um encontro positivo, pois a administração entendeu o que o movimento está propondo. "Esse foi mais um passo importante para o grupo que já tem o apoio do Poder Legislativo e agora do Poder Executivo", aponta.

Agora, os integrantes do Movimento Pais Pela Educação, que busca o retorno das aulas presenciais para as escolas públicas ou privadas, devem debater sobre os próximos passos e estratégias. "Queremos um retorno seguro, híbrido, ou seja, mantendo igual o ensino remoto, para aqueles que não se sintam seguros. Só gostaríamos de ter essa possibilidade, como pais, de proporcionar que nossos filhos possam ir para a escola, para aqueles que se sentirem seguros nessa decisão, pois não será um retorno obrigatório", aponta.

Jocieli reforça que o grupo não vai desistir desta luta até o dia 31 de dezembro. "Entendemos que precisamos da retomada neste ano, para corrigir alguns erros que eventualmente possam ser cometidos e fazer alguns ajustes, para daí sim, assegurar que em fevereiro estaremos mais bem preparados para a continuidade do retorno. Acreditamos que se esse retorno não for iniciado neste ano, será muito mais difícil que ocorra no ano de 2021. Então, nosso movimento não tem data para terminar", garante.


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