Instigando o contato das crianças com suas famílias

Instigando o contato das crianças com suas famílias
Folha do Oeste

Coordenação do Folha do Oeste na Escola esteve no município de Guarujá do Sul

Com o objetivo de acompanhar e conhecer o método de aprendizagem utilizado nas escolas, bem como avaliar a utilização do jornal em sala de aula, a coordenação do PJEC (Programa Jornal, Educação e Cultura - Folha do Oeste na Escola) visitou, na última semana, as escolas do município de Guarujá do Sul. Entre os trabalhos conhecidos está o da educadora do 5º ano da E.E.B. Elza Mancelos de Moura, Roseli Maria Bonfante, que desenvolve atividades com gêneros textuais contidos no jornal, e diz que o mesmo tem uma ótima linguagem para as crianças. De acordo com ela, com o jornal é possível que os alunos articulem o conhecimento, por exemplo, fazendo uma propaganda, anunciando seu produto e defendendo-o.
Na questão social do que a informação representa em sala de aula, a professora diz que são debatidos assuntos como os porquês dos fatos. “Instigamos as crianças para que levem para casa o jornal e discutam determinados temas, para depois socializar. É uma forma de unir a opinião dos filhos com os pais, interligar escola e família”, destaca. A assessora de Direção da escola, Edinara Perin Amann, afirma que é necessário ter a informação impressa. Ojornal traz informação não distorcida, é o fato descrito e no papel. É incrível como os alunos têm prazer de entregar o jornal para os pais em casa, percebe-se que é prazeroso. É uma felicidade ter isso em casa”, conclui.
Já na escola Theodósio Wanderley, no distrito de Pessegueiro, a equipe teve contato com as turmas de 4º e 5º ano, com a professora Cleci Maria Polla, que trabalha com as duas turmas ao mesmo tempo, o antigo bisseriada. Ela considera o trabalho árduo, tendo em vista que são dois planejamentos efetuados ao mesmo tempo com crianças na fase da agilidade e do aprendizado mútuo. “Eles exigem o máximo de mim, preciso ter muito jogo de cintura para lidar com as duas turmas ao mesmo tempo. São atividades diferenciadas no mesmo espaço, então preciso achar formas que prendam a atenção de uma série para poder passar conteúdos para a outra”, salienta. Para a educadora, ter duas séries em uma só turma é retrocesso. “Voltar a esse sistema é necessário às vezes, porém me parece um retrocesso. Preciso habilidade e agilidade. Mas sempre conseguimos garantir que tudo seja bem acompanhado”, afirma.
O que alguns alunos do 5º ano, da escola Theodósio Wanderley pensam:
“Gosto das notícias e tudo o que é importante. Minha mãe gosta das dicas para casa, e pra nós o mais legal são as piadas”. Caroline Tengaten, 11 anos.
“Mais legal é ver sobre o futebol, as piadas e poder levar o jornal para casa”. Fernando José Gattermann, 10 anos.
“Eu gosto de tudo, minha mãe gosta mais da culinária, das notícias e das novelas. Meu pai gosta do esporte e dos anúncios dos carros e caminhões”. Ingrid Muhl, 11 anos.

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