Até então, todas as obras de pavimentação eram feitas em calçamento
Foram iniciadas na última sexta-feira, dia 8, as obras da primeira obra de pavimentação asfáltica do Projeto Viver Melhor, em São Miguel do Oeste. Conforme o prefeito Nelson Foss da Silva, essa é a primeira obra de pavimentação do Projeto, feito em parceria entre a prefeitura e os moradores, realizado com asfalto. Até então, todas as obras foram com calçamento. Moradores das ruas Olando Hollmann, Jacob Tengaten e Madre Rita, no bairro São Gotardo, foram contemplados com esta primeira obra.
Conforme o prefeito, o lançamento dessa obra é um momento importante para São Miguel do Oeste, que está dando mais um passo para a melhoria das condições de vida da população. ?A partir do momento em que a gente consegue trazer uma infraestrutura como a do asfalto para os moradores e tão próxima das suas residências, com certeza estamos falando de qualidade de vida e também de embelezamento da nossa cidade?, enfatizou.
O prefeito destacou também que, além do primeiro asfalto realizado em parceria da prefeitura com os moradores, na sexta-feira, foi utilizado nas obras o primeiro asfalto usinado em São Miguel do Oeste, pelo Britador Oeste em parceria com a Pavimax. ?Eles estão também inaugurando uma máquina nova para colocação dessa camada asfáltica. Isso é muito importante porque essas ações não vão melhorar a situação dos moradores dessa região, mas vamos ter uma condição melhor para industrialização e colocação do asfalto em nossa cidade a partir das parcerias com essas empresa, já que o que aumentava o preço do asfalto era o transporte, pois o asfalto quente é adquirido em Chapecó ao custo de até R$ 50 a tonelada. Com o asfalto feito aqui, o custo ficará em torno de R$ 15 a tonelada?, ressalta Nelsinho.
Conforme a Administração Municipal, não houve escolha das ruas que seriam asfaltadas por parte da prefeitura, e sim uma discussão dos próprios moradores, que propuseram ao município a obra de asfalto. O trabalho por parte da prefeitura ficou com a base para o asfalto, cascalhamento, pedrisco e toda a infraestrutura, o que já é feito no caso das tradicionais obras de calçamento. Já os moradores pagam a parte de de pavimentação asfáltica, negociada diretamente com a empresa contratada pela própria comunidade, sem interferência da administração. Já a manutenção, como ocorre em todas as ruas do município - asfaltadas, de calçamento e de terra, fica por conta da prefeitura. ?A intenção é ampliar isso para todas as ruas do município. Na medida do possível, aquelas famílias que têm uma condição financeira melhor e essa vontade de fazer asfalto ao invés do calçamento, nós vamos estar incentivando pelo asfalto, porque é uma solução definitiva?, enalteceu.
O asfalto para as 36 famílias ficou cerca de 40% mais caro do que nas obras de calçamento, custando cerca de R$ 45 o metro de asfalto.
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