Inaugurado CTG Última Porteira

Inaugurado CTG Última Porteira

No último sábado, dia 14, o CTG Última Porteira inaugurou em Tunápolis sua própria sede. A cerimônia iniciou as 21h, sendo formada a mesa de honra com autoridades do município e do Estado. Frases de homenagens e histórico do Centro de Tradições Gaúchas de Tunápolis foram lidas, mostrando sua trajetória, e principalmente as dificuldades enfrentadas.
Na sequência, houve a retirada da cobertura da placa indicativa do ato de inauguração do Galpão Crioulo, seguida da bênção do local.
Para início das festividades, foi leiloada a primeira dança do CTG no valor de R$ 350,00. O casal Antônio Bieger e sua esposa Úrsula Bieger foi quem dançou a primeira música no salão. Uma apresentação feita por quatro tradicionalistas trouxe uma dança com facões e, logo em seguida, a Banda Estampa Campeira deu início ao baile.
De acordo com o prefeito do município, Enoí Scherer, esta obra é uma conquista para os munícipes da cidade, pois poderão realizar festas da comunidade neste espaço. Enoí comenta que a participação da prefeitura se deu pela mão de obra. “O valor calculado em serviço para a terraplanagem do local foi avaliado em mais de R$ 20 mil. Todos estes gastos foram custeados pela administração, como uma forma de incentivo à tradição gaúcha”, explica. Para o patrão do CTG, Paulo José Massing, o investimento feito pelo grupo gira em torno de R$ 50 mil. “Agora temos um local próprio. Antes, se a gente quisesse fazer uma festa, tínhamos que alugar o espaço, que normalmente era o Sorast. Aqui na nossa antiga sede, onde era o clube de danças da cultura alemã, só tínhamos espaço para almoços entre os associados e aulas de dança”, comenta. Paulo ainda cita que o próximo evento planejado é o costelão, com um almoço para a inauguração da churrasqueira.
O sócio Antônio Bieger explica que praticamente 90% da construção é feita de madeira roliça e que a obra foi erguida pelos próprios integrantes do movimento. “Comecei desde o dia da retirada da madeira do mato. A gente se orgulha por hoje ter essa obra. Há muitos anos que várias patronagens planejaram construir um galpão, mas nunca saiu do papel. Enfim, conseguimos idealizar essa obra grande e espaçosa para que possamos dar mais força à tradição dos nossos antepassados”, enaltece.

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