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IBGE inicia PNAD Covid por telefone
Para mostrar a real situação vivida em todo o país, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) iniciou na última semana o PNAD Covid. A pesquisa que é inédita é uma versão da Pesquisa Nacional por Amostras de Domicílios Contínua, em uma parceria com o Ministério da Saúde. Neste formato, a coleta de informações será por telefone e envolverá mais de 190 mil domicílios brasileiros. Em Santa Catarina, a pesquisa abrangerá 209 dos 295 municípios catarinenses.
A PNAD Covid tem como objetivo identificar o número de pessoas que apresentaram sintomas de síndrome gripal, as medidas tomadas para recuperação desses sintomas e a demanda pelo serviço de saúde. Além disso identificará os impactos da pandemia no trabalho e nos rendimentos da população. A ação busca disponibilizar informações de qualidade que auxiliem no conhecimento da realidade brasileira, subsidiem a adoção de políticas públicas e a busca por soluções para os problemas causados pela doença.
As entrevistas duram apenas alguns minutos e os moradores que receberem o telefonema dos agentes de pesquisa podem confirmar a identidade dos profissionais por meio do site respondendo.ibge.gov.br. De acordo com o coordenador de Área - IBGE Agência São Miguel do Oeste, Cláudio Hélio Radtke Júnior, durante a pesquisa não é pedido nenhum número de documento do participante, e a comunidade pode tirar dúvidas ao ligar para o número 0800 721 8181, ou até mesmo entrar em contato via WhatsApp pelo número 3622 0774.
Segundo o coordenador, na região serão realizadas cerca de 350 entrevistas ao mês, e o pedido é para que a população colabore com este trabalho e participe dos questionamentos. A princípio, a pesquisa deve ser mantida nos próximos meses. A divulgação desta coleta de informações será semanal em nível local, e mensal em nível estadual.
Nesta pesquisa serão investigadas as características dos moradores (idade, cor, gênero, escolaridade), característica de trabalho, rendimentos, sintomas apresentados e quais as providências foram adotadas, como a procura por atendimento médico, entre outros detalhes que serão importantes para saber quais os grupos apresentam maior ou menor impacto nas questões de saúde e economia.
Todas as informações coletadas pelo IBGE têm a confidencialidade garantida pela lei que trata do sigilo da informação e garante que os dados só podem ser usados para fins estatísticos.
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