Forças de segurança empenhadas na Operação Fronteira Sul 2011
Exército Brasileiro comanda ações com foco nos crimes transfronteiriços
Militares do Exército Brasileiro e de diversas instituições de segurança estão empregados nas atividades da Operação Fronteira Sul 2011, que deve ser realizada até o final desta semana nos principais pontos de fronteira do sul do País. Conforme o comandante da 14ª Brigada de Infantaria Motorizada de Florianópolis, general Brasil, em Santa Catarina, a Operação é comandada pela 14º Brigada, porém todo o aparato está montado no 14º Regimento de Cavalaria Mecanizado de São Miguel do Oeste. Ao todo, são mais de 300 militares das unidades de SMOeste, Florianópolis, Tubarão, Joinville e Criciúma. Ainda participam da operação policiais civis, militares e federais, além de integrantes da Cidasc, Fazenda Estadual e Fatma.
O general explica que a operação iniciou há cerca de duas semanas com ações de inteligência e nesta semana iniciou-se a Operação efetivamente, com deslocamento das tropas de todo o Estado. “A nossa atuação é com postos de bloqueio com controle de trânsito e patrulhas inopinadas. Nesta segunda-feira, já realizamos uma patrulha aérea, com apoio da Polícia Civil, e operamos postos de bloqueio nas principais rodovias. O setor de inteligência aponta os principais locais e nós instalamos as barreiras”, explica.
Conforme o comandante, o principal objetivo das operações realizadas em regiões de fronteira é ampliar a presença das forças federais, demonstrar a estratégia de dissuasão, com a finalidade de contribuir para a redução dos ilícitos transfronteiriços. “A operação permite, também, a avaliação e o aperfeiçoamento de procedimentos operacionais, de comando e controle, apoio logístico, inteligência, comunicação social, assuntos civis e gerenciamento de pessoal, voltados ao emprego do Exército em ações de presença e dissuasão na faixa de fronteira”, enfatiza.
Em pararelo à Operação Fronteira Sul, estará sendo realizada nesta quarta-feira, dia 8, em parceria com a Administração Municipal de Descanso, ações cívico-sociais, com atendimentos de saúde, palestras educativas de higiene bucal e recreação para crianças entre outros serviços que beneficiarão comunidades.
O general pede a colaboração e compreensão da comunidade local, alertando que pessoas de bem não precisam se preocupar com a fiscalização, porém é preciso colaborar para diminuir os índices de criminalidade da fronteira.
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