Extremo Oeste define prioridades regionais durante plenária da Facisc com participação da Acismo |
Durante segunda onda, Itália mantém atividades
O Movimento Pais Pela Educação SMO teve acesso a um relato de como anda a situação na Itália, durante a segunda onda. Ana Carolina Battisti vive em Campo Ligure, uma província de Genova. Ela conta como é a experiência de sua filha, Manuela, de dois anos.
"Estamos vivendo a segunda onda do contágio do Coronavírus aqui na Itália. Novas regras foram feitas e tivemos mudanças em relação ao primeiro lockdown. As escolas hoje são prioridade, manter as crianças na escola e garantir a educação foi visto como essencial pelo governo. Com as escolas fechadas e o comércio aberto muitos pais precisaram deixar os filhos com os avós (que em sua grande maioria é risco alto para Covid-19).
As escolas se prepararam e se adequaram ao momento que estamos vivendo: Mudança nos horários de entrada e saída com no máximo quatro crianças a cada 10 minutos, para não ter aglomeração de pais; higienização dos calçados, brinquedos, mesas e cadeiras diariamente; Pratos, talheres e copos; descartáveis e as crianças deixam a mochila na escola. Os alunos que apresentem qualquer sintoma (febre, tosse, nariz escorrendo, espirro...) não devem ser levadas pra escola, e só podem voltar para a escola com atestado do pediatra liberando.
As crianças precisam da escola, para a rotina, para a brincadeira, para a convivência, para se desenvolverem. Não sabemos se teremos uma vacina eficaz, mas sabemos que ainda teremos que conviver com esses ajustes, com máscaras, com distanciamento social por muito tempo ainda. O tempo vai passar e junto com ele, a infância dos nossos filhos.
Mesmo as regiões em vermelho, as escolas estão abertas, da creche até o nono ano. O ensino médio está acontecendo à distância em toda Itália, pois não são todas as cidades que tem o esse tipo de ensino".
Mais sobre:






Deixe seu comentário