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Descanso decreta situação de emergência após chuvas intensas
O município de Descanso declarou Situação de Emergência nas áreas afetadas pelas fortes chuvas registradas entre os dias 21 e 24 de outubro de 2026. A medida foi oficializada por meio do Decreto nº 3.029/2026.
O elevado volume de precipitação provocou danos significativos à infraestrutura viária municipal, especialmente nas comunidades do interior. Entre os problemas registrados estão obstrução de bueiros, acúmulo de terra e materiais sobre as vias, deslizamentos, danos em pontes e cabeceiras, além de comprometimento do sistema de drenagem pluvial.
As chuvas também ocasionaram alagamentos na área rural, prejudicando a circulação de veículos, o escoamento da produção agrícola, o transporte escolar e a continuidade de atividades educacionais. Em determinados pontos, as condições de trafegabilidade e segurança foram comprometidas, dificultando o acesso da população às propriedades rurais e comunidades, inclusive com a interdição da via entre as comunidades de Itajubá e Linha Vorá.
Diante dos prejuízos, o decreto autoriza a mobilização de todos os órgãos municipais, sob a coordenação da Coordenadoria Municipal de Proteção e Defesa Civil, para executar ações de resposta ao desastre, recuperação das áreas atingidas e reconstrução da infraestrutura danificada.
Entre as medidas previstas estão a desobstrução de bueiros, pontes e pontilhões, remoção de barreiras de terra, limpeza de vias públicas e recuperação das estradas, com o objetivo de restabelecer as condições de segurança, trafegabilidade e acesso às comunidades afetadas.
O responsável pela Defesa Civil Municipal, Carlos Roberto Borgmann, destaca que o reconhecimento da situação de emergência é uma medida importante para agilizar as ações de recuperação e garantir o atendimento às comunidades atingidas. “Estamos trabalhando para identificar os danos, organizar as demandas e restabelecer as condições de segurança e trafegabilidade. A prioridade é atender os pontos mais comprometidos e garantir que as famílias tenham acesso seguro às suas propriedades e que os serviços essenciais possam seguir normalmente”, ressalta.
Ascom
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