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Delegacia da Comarca e Central de Investigações serão reformadas
Outro espaço será alugado para a delegacia enquanto são realizadas as obras
Uma obra esperada há um bom tempo pelos policiais civis e também pela população da região deve sair do papel nos próximos dias. As reformas e a ampliação da delegacia da comarca de São Miguel do Oeste e da Central de Investigações já foi licitada e deve iniciar em breve. Conforme o delegado regional, Rudinei Charão, a Polícia Civil só está aguardando a locação de um outro imóvel para instalar a delegacia durante a reforma, para iniciar as obras.
De acordo com o delegado, todo o trâmite de licitação, contratação da empresa e espaço para recursos já foram realizados. Assim que for locado um imóvel para o trabalho temporário da delegacia da comarca, serão iniciadas as obras. Já no caso da Central de Investigações, onde serão feitos trabalhos de pintura e reforma do telhado, não será necessário uma mudança, sendo que as atividades permanecem normalmente no atual prédio.
Dentre as melhorias no prédio da delegacia estão pinturas, trocas de telhados e ampliação de salas. “A delegacia da comarca situa-se em um prédio bastante antigo e abrigava outra atividade bem distinta, sendo que a sua dinâmica não favorece o desempenho das atividades policiais. Suas salas não estão adequadas para uma estrutura de delegacia. Embora tenha um tamanho razoável, necessita de ampliações, sendo que serão construídas cinco novas salas, dentre elas gabinetes para os delegados”, explica.
Conforme Charão, após o início da obras, a previsão é de que em cerca de 90 dias as obras estejam concluídas.
MUDANÇAS
Pouco mais de 30 dias após assumir como delegado Regional em São Miguel do Oeste, Charão destacou que o convite partiu da Secretaria de Segurança Pública e da Delegacia Geral da Polícia Civil, com o intuito de ampliar o atendimento ao público na região e é nisso que tem pautado seu trabalho. “Iniciamos as nossas atividades visando a fazer realmente o pleno atendimento à comunidade e isso, pelo que temos sentido e pelos comentários, está sendo desenvolvido a contento, tanto que a nossa porta está realmente aberta para quem busca orientação e a prestação dos nossos serviços”, enalteceu.
Segundo Charão, não foram feitas grandes mudanças na estrutura de trabalho da Delegacia Regional, porém houve alguns remanejamentos. “Temos um quadro profissional bastante qualificado e fizemos algumas adequações, de acordo com o que o policial está mais apto e sente mais prazer em fazer. Podemos citar como exemplo o de um funcionário que estava em um setor burocrático e foi transferido para a investigação, que é um trabalho que gosta mais e com certeza trará melhores resultados nesse trabalho. Não estamos fazendo mudanças, mas estamos adequando o policial no lugar onde ele possa desenvolver melhor a sua atividade”, ressalta.
Antes de assumir como delegado Regional, Charão atuava na delegacia da comarca de Descanso, para onde foi transferido o delegado Álvaro Weinert Opitz, formado na última turma da Acadepol e que estava atuando em São Miguel do Oeste. Já o ex-delegado regional José Airton Stang, agora trabalha na delegacia da comarca, junto com o delegado Alexandre Meyr e a delegada Vanessa Câncio, que estava na Delegacia da Mulher e trocou de função com a delegada Joelma Stang.
POLICIAMENTO DE FRONTEIRA
Uma nova modalidade de policiamento que está sendo implantada pelo Governo federal, em parceria com as polícias Militar e Civil e Instituto Geral de Perícias, também promete grandes mudanças na segurança nas regiões de fronteira. Conforme Charão, no Policiamento de Fronteira, os três órgãos de segurança irão compor essa nova estrutura policial, sendo que a Polícia Civil irá dispor de 18 policiais, sendo três delegados, três escrivães e 12 agentes, que atuarão em escalas de 10 dias, em grupos de seis pessoas. “Depois desse período, eles retornam à sua delegacia de polícia de origem e trabalham normalmente o restante do mês, e no mês seguinte voltam ao sistema de plantão. Dessa forma, esses policiais estarão contribuindo para tentar diminuir o tráfico de entorpecentes e armas, além de uma série de outros problemas inerentes justamente à região de fronteira”, enfatiza.
De acordo com Charão, hoje, a competência de atuação nas regiões de fronteira é da Polícia Federal, mas onde o quadro de funcionários ainda é muito insuficiente. “Então, o Governo federal criou esse Policiamento de Fronteira e com o auxílio das polícias de Santa Catarina está sendo criado um novo órgão para atuar nessas regiões de fronteira”, ressalta.
Com o contingente da Polícia Militar, que será maior, será formado um grupo grande, que deverá fiscalizar cerca de 150 km entre a fronteira com a Argentina e as regiões de Chapecó e Xanxerê. Já o posto do Policiamento de Fronteira deve ser instalado no município de Paraíso, que servirá como base para o trabalho dos policiais. Já o início das atividades depende do treinamento dos policiais, sendo que representantes da região devem participar de instruções na Academia Nacional.
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