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Comunidade debate trânsito problemático
Na última quarta-feira, dia 23, no salão da comunidade do bairro São Gotardo, em São Miguel do Oeste, moradores, representantes do legislativo, do executivo, do conselho municipal de trânsito e da Polícia Militar, estiveram reunidos para debater problemas relacionados ao trânsito da Rua São Cristóvão. A rua, que dá acesso ao Hospital Regional do Extremo Oeste, tem recebido grande movimentação de veículos - o que tem causado preocupação à comunidade em razão das escolas existentes no local. Diversas soluções provisórias foram levantadas. No entanto, o que ficou claro é que o município precisa agir e solicitar um estudo técnico para levantar os verdadeiros problemas e apontar as soluções.
De acordo com o coordenador da União de Moradores de Bairros de São Miguel do Oeste, várias pessoas o procuraram e sugeriram soluções para evitar acidentes. “Uma das sugestões seria desviar o trânsito pesado no horário de pico, durante a saída e entrada de alunos nas escolas”, aponta. Conforme ele, o problema não é de hoje. “A discussão vem desde que começaram a cogitar a implantação do Hospital Regional aqui no município”, relembra.
Para o presidente da Câmara de Vereadores, Flávio Ramos, a solução não pode ser reparadora, e sim, permanente. “Vejo que tudo isso tem de ser discutido em cima de um estudo técnico. A população tem uma opinião, os vereadores têm uma opinião, e na hora de aplicá-las, a via não oferece condições”, argumenta. Para o vereador, o município teria de fazer um levantamento de viabilidade para se saber o que é possível fazer na via. “A partir daí, então, a gente pode sentar novamente e discutir dentro daquilo que é viável executar”, conclui.
Na opinião do comandante do 11º Batalhão de Polícia Militar, Flamarion Santos Schieffelbien, o que faltou e ainda falta, é planejamento. De acordo com ele, para a construção do Hospital Regional, não houve sintonia entre os poderes públicos. “Foi construído um hospital num local de difícil acesso para os veículos. Isso já é normal em relação aos órgãos públicos. Eles vão lá, constroem a obra e a comunidade é quem vai procurar a solução dos problemas”, avalia. Segundo Flamarion, embora a Polícia Militar seja o órgão responsável por fiscalizar o trânsito, ele está de acordo para que seja realizado um estudo técnico no trânsito de São Miguel do Oeste.









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