Comitiva catarinense busca mercado asiático

Comitiva catarinense busca mercado asiático
Folha do Oeste - Caso o Japão aprove a importação, SC vai poder dobrar a capacidade de produção

Meta é viabilizar a abertura dos mercados para venda de carne suína catarinense

O governador de Santa Catarina, Raimundo Colombo, embarcou no último sábado, dia 22, para sua segunda viagem internacional. O destino são os países asiáticos Coréia do Sul e o Japão, e a meta é viabilizar a abertura dos mercados para venda de carne suína catarinense, além de conhecer o projeto de contenção de cheias da Agência de Cooperação Internacional do Japão. A viagem vai até o dia 30 e o governador será acompanhado por secretários de Estado, prefeitos e deputados.

Em reuniões com o Ministério da Agricultura e a agência sanitária, o governador vai buscar o sinal verde do governo japonês para que Santa Catarina possa exportar carne suína ao país asiático. Caso o Japão aprove a importação, o Estado vai poder dobrar sua capacidade de produção do produto.

Colombo disse estar confiante no entendimento entre Santa Catarina e Japão. “Os japoneses já auditaram o sistema sanitário catarinense no mês passado e gostaram muito do que viram. Além disso, eles só compram de estados livres de febre aftosa sem vacinação e Santa Catarina é o único do Brasil a possuir esse título”, lembra o governador.

Na Coréia do Sul, a comitiva também vai focar os compromissos na exportação da carne suína catarinense. Será apresentado como o estado trabalha em suas fronteiras e fábricas para que continue livre de febre aftosa sem vacinação em seus rebanhos. A Coréia é o terceiro país que mais importa carne suína, atrás do próprio Japão e da Rússia.

De acordo com o presidente da Cidasc, Enori Barbieri, os coreanos fazem as mesmas exigências sanitárias dos japoneses. “A Coréia só importa de estado livre de febre aftosa sem vacinação. A gente imagina que abrindo o mercado japonês, nós também vamos conseguir abrir o mercado coreano e aí os volumes se acrescentam.” A comitiva fará visitas ao Ministério da Agricultura e à agência sanitária.

Nos dois países, também serão realizadas audiências com empresas com o objetivo de atrair investimentos.

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